segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Convite para lá de especial!!!!


Não fique de fora dessa, venha brincar com a gente!




O mês de Setembro será a vez de Nathalie D.A com um dos jogos mais divertidos, o Music:

O jogo contém as seguintes regras:

O autor(a) lança uma frase na qual contém uma palavra em negrito;
Ex.: Esse vestido é como Chuva de verão.

Cada participante deverá fazer um áudio de no minimo 15 segundos cantando uma música que contenha a palavra solicitada;


Gostou? Então participe!


#vcnpdeixardeler
#brincandocomasestrelas

Alguém me contou...: A Espera





Em Tocantins havia um pai e um filho que apesar das dificuldades, ambos se amavam muito eram amigos, parceiros, companheiros, confidentes,

Tamanha era a união deles que quando era preciso deixar o garoto com a senhora para viajar a trabalho, o menino caia doente de um lado e o pai do outro, de tanta saudade.
Sua esposa morrera, restando apenas eles dois. Para suprir esse vazio e a solidão um se agarrava ao outro, dividiam alimento, moradia, amizade, sentimentos, dividiam tudo.
Com medo de que o pai o abandonasse, assim como fizera sua mãe ele pediu:
“Pai, promete que o senhor nunca vai me abandonar?”
“Eu prometo meu filho que nunca te abandonarei, mesmo longe, mesmo ausente, mesmo que não possa nem sequer por um minuto, lhe tocar, ainda sim, eu nunca irei te deixar, sempre estarei ao seu lado.”
Certo dia, o pai conseguira um serviço fora da cidade que lhe renderia uma boa quantia, seu tempo de duração eram de exatos um mês.
Ficara satisfeito com a oportunidade, porém não poderia levar seu filho, sendo assim deixou-o aos cuidados de uma senhora, amiga da família Após dolorosa despedida partira com a esperança de proporcionar futuramente uma melhor qualidade de vida para ambos. Tudo corria bem o trabalho ia de vento em polpa e a cada dia o pai do garoto se especializava-se mais ganhando a confiança do patrão era quase certo afirma que o trabalho temporário logo passaria a ser permanente e ele estava bastante esperançoso com isso. O céu está lindo totalmente azul com poucas nuvens e apesar do calor forte isso não o incomoda, está feliz demais com os novos planos para si e para o garoto. Telefone toca seu filho caíra doente precisando ser levado às pressas para o hospital pois corria risco de vida. A senhora entrara em contato fazendo com que devido ao desespero o pai pedisse liberação no trabalho para ir de encontro ao filho. Seu patrão homem extremamente generoso não só liberou ele, além de pagar 80% do valor acordado pelo serviço muito mais do que seu real tempo prestado, isso o deixou bastante satisfeito. Sentado alternando-se entre as paisagens urbanas na janela e o saco em mãos não via a hora de chegar, conferindo se havia comprado tudo escolhido tudo certo.
Quase perdera a parada organizando em pensamentos inúmeras novidades para contar. Não notou um homem de capuz e jaqueta preta arama em punho dava voz de assalto. O susto foi imenso a bala atingira em cheio a direção da cabeça. – Uffa! Passou...ainda bem que conseguiu chegar antes que finalizassem o horário de visitas e ficar com seu pequeno garoto sentia tanta saudade. Ele gostara do chocolate os dois puderam matar a saudade que tanto os consumiam por dentro. Após certo tempo, o garoto finalmente recebera alta, estava curado.
 A senhora o olhava de uma maneira na qual um garoto de apenas 7 anos nunca entenderia, era um olhar de piedade. Ela o encarava procurando inúmeras maneiras de dar aquela terrível notícia não podia mais adiar, em algum momento o garoto daria pela falta do pai. – Meu pai não está morto! Como pode ser isso? Papai ficou comigo o tempo inteiro ao meu lado no hospital, me levou chocolate, conversamos tanto, até eu ficar bom. Veja só, as roupas ainda estão aqui... Mais para onde ele foi?

Seu pai desaparecera logo o menino tivera alta e mesmo após tanto tempo o garoto continuava a chamar pelo pai. Rezava um pai nosso a única coisa que seu pai lhe ensinou já que era analfabeto aprendendo durante a vida somente o básico como rezar, desenhar o próprio nome, contas básicas para saber lhe dar com dinheiro e nada mais. Após tantas orações o pai voltou a aparecer. Acompanhava-o para todo canto, conversavam sobre tudo na saída da escola pareciam que estavam juntos outra vez exceto pela falta de um abraço, andar de mãos dadas, ganhar um beijo, a falta de toque componente indispensável na demonstração de afeto principalmente para vida de uma criança, causava profunda tristeza. Não suportando mais, o garoto um dia questionou: - Papai se o senhor estiver morto, me leve com você. Só com o senhor sou feliz, só contigo encontro a felicidade. O pai nada disse.

Um ano se passou e pai e filho caminhavam como sempre faziam toda manhã até a escola onde ao menos nesse período se separavam. O professor de matemática aplica atividade todos copiam atentamente, questionando vez ou outra qualquer dúvida que surgi quando um garoto vai-se deixando cair sobre sua carteira devagar como se faz ao tirar uma breve soneca e nada mais. Seu semblante é tranquilo, calmo, feliz, enfim a paz.
A casa onde pai e garoto viveram e fora vendida, ganhou fama de mal assombrada. Sempre se ouvia dizer dos novos moradores, de vez em quando avistavam dois desconhecidos um homem e um garoto passando pela casa, alegres, brincando, conversando, de mãos dadas. Ninguém os conhecia, nem sabiam de onde eles vieram, quais as suas histórias e o porquê de ainda permanecerem ali. Com o passar dos anos muita coisa mudou naquela região trazendo consequentemente inúmeros povos diferentes. Só uma pessoa residente na cidade desde sua fundação os conhecia, é a única que tem talvez a honra, a dádiva de antes que seu tempo na terra acabe, ter um segundo a mesma considerou a mais linda visão de toda sua existência.
Um garoto sentado em seu balanço que não é mais tão novo assim na frente da casa, seu pai empurrando-o. Apesar de não conseguir ouvir ao certo o que ambos conversavam entre si, ela prefere dessa maneira, antes que sua visão ficasse turva e tudo se perdesse e finalizasse, uma única frase fora o suficiente e até mesmo gratificante para ela.
“Eu te amo”. Aquela fora sua última visão que a senhora teve partindo com a plena certeza de que o verdadeiro amor tudo crê, tudo espera, tudo suporta é lindo e eterno.



segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Brincando com as Estrelas: Agosto foi a vez de Mônica Meirelles

Fala Galera,

Estamos de volta com mais um: Brincando com as Estrelas!
A nossa estrela de hoje é uma autora romântica que começou no Wattpad e vem a cada dia conquistando mais leitores. Mônica Meirelles com 27 anos, carioca da gema, apaixonada pela língua portuguesa e também por suas respectivas literaturas. Graduada em letras, tem como principal referência a escritora Clarice Lispector, onde faz suas pesquisas e muito admira sua profundidade psicológica nas personagens. De autoria totalmente independente, seu primeiro livro publicado na Amazon é o A Vez de Anne, daí Mônica não parou mais.


Convite para o Jogo



No dia 26/08/2017, ela arrebentou no grupo usando  a modalidade de jogo: Verdadeiro ou Falso, tendo como astro o 11 Vezes Madrinha, comédia romântica.
Divertindo e interagindo bastante com a galera, com direito a convidados ao vivo.
Como ainda não possui livro físico os brindes foram diversos, como marcadores de livros, bottons, kit post-it, entre outros da autora, assim como do nosso blog e apoiadores.



Aguardem, pois ainda esse mês faremos um jogo especial valendo brindes para os ganhadores com essa divertida obra da Mônica!

Confiram a nossa resenha: https://vocenaopodedeixardeler.blogspot.com.br/search?q=11+vezes+madrinha



Acompanhe o nosso bate papo:


Olá Mônica como vai? É um prazer imenso participar de mais uma ação com você. 

R: Estou bem, graças a Deus! E vocês?

Tudo ótimo!
Então, conte mais sobre seus projetos no momento, lançamentos a vista.

R: Tenho muitos novos projetos em mente, mas ainda não tive a chance de passa-los para o papel. A maioria são comédias românticas, como Onze vezes madrinha. Um deles, se chama Bem-vinda ao céu. Neste livro, a protagonista “morre” e se vê diante de um anjo lindo, a cara do Chris Evans, quem será como uma âncora para sua entrada no céu.

Vamos falar de polêmica: Conte-nos um pouco sobre as dificuldades que você tem enfrentado em lançar A Vez de Anne, como livro físico, a editora que não cumpriu com acordos e o que isso impacta ou impactou na sua carreira?
R: Pois é, foi uma frustração para início de conversa. Em primeiro lugar, por não conseguir vender o esperado. Em segundo, pelo fato de a editora até hoje (um ano depois) não ter enviando os livros a quem comprou. O impacto foi esse: você se vê dando um passo para frente e, do nada, ter que dar dois para trás. Fiquei um tempo sem poder assinar contrato com outra editora, enquanto que o contrato desta não acabava. E quando acabou, não me vi animada para tentar um novo contato.

Sempre acompanho o enorme carinho que você tem pelos leitores e a interação com os mesmos. O que você tem a nos dizer sobre essa experiência aqui no Brincando com as Estrelas?

R: Eu adoro! Mas não acho que interajo tanto assim... Queria mais. Sempre digo que queria ser mais próxima dos meus leitores, ser mais amiga, sabe? Mas adoro, gosto disso, de saber o que eles acham dos meus livros, dos meus personagens, vê-los opinando e também gosto de saber deles, ver suas fotos no Facebook. É bem legal. 

Qual a mensagem que você quer deixar para essa galerinha que brincou e curtiu está mais próxima de você mesmo que a distância?

R: Quero agradecer, dizer que é graças aos leitores que sou lida haha que se não fossem vocês lendo, comprando, avaliando na Amazon, no Wattpad, eu não conseguiria continuar. Foi graças a esse contato que voltei a escrever (estava parada há muitos anos, antes de conhecer o Wattpad). Então, é isso, muito obrigada, obrigada pelo carinho, pelas leituras, por me incentivarem, por não desistirem de mim e dos meus livros. Obrigada <3

Lhe desejamos toda sorte em sua jornada e esperamos que seus livros estejam na forma física o mais breve possível!


Obrigada, Linda!  Todo sucesso para você e seu blog também!



Até a próxima pessoal e para você que gostou, não esquece de curtir, deixar o seu comentário, indicar para os amigos.


Um Abraço!

#vcnpdeixardeler

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Vitrine: Os Maiores Pilantras da História

Seja pelo estrago, seja pelo descaramento, estes são os oito mais incríveis vigaristas que já grassaram pelo mundo



Charles Ponzi
“Dobre o seu dinheiro em 90 dias.” Essa foi a promessa que Charles Ponzi fez primeiro a seus amigos em 1920. E cumpriu, pelo menos de começo. Logo, as pessoas começaram a fazer fila para depositar suas economias com o aparente gênio das finanças. Em fevereiro daquele ano, ele tinha US$ 5 mil. Em maio, US$ 420 mil – o que dá US$ 5 milhões em dinheiro de hoje. Pessoas começaram a hipotecar suas casas para investir com ele.
O milagre, segundo Ponzi, era comprar cupons de reembolso postal na Itália e resgatar seu valor nos EUA – por questões de câmbio, com o dólar valendo mais que a lira, isso geraria lucro de 400%. Em 26 de junho, o jornalista Clarence Barron estimou que seriam necessários 160 milhões de cupons postais para manter o esquema vivo. Existiam apenas 27 mil em circulação.
Qual era o segredo de Ponzi então? Ele usava o investimento de quem entrava para pagar quem saía. Como os lucros eram altos, a maioria nem sacava seus investimentos. Em 11 de agosto, após as revelações da imprensa, tudo veio abaixo. US$ 20 milhões (US$ 240 milhões em dinheiro de hoje) foram perdidos.
Ponzi curtiu uma temporada em Alcatraz e veio dar em praias brasileiras. Morreria pobre, no Rio de Janeiro, em 1949.


Frank Abagnale
Este quase dispensa apresentações. Nenhum outro picareta nesta lista foi interpretado no cinema por Leonardo DiCaprio – em Prenda-me se For Capaz, de 2001. E nenhum era tão jovem: Frank tinha 16 anos quando começou a se passar por um piloto de avião da PanAm.
Ele nunca pegou num manche, assim como não atenderia ninguém como chefe da equipe médica num hospital pediátrico, nem faria qualquer coisa além de pegar cafezinho quando fingiu ser advogado. Era pura lábia, e fez tudo antes dos 21 anos, até ser preso. Após cinco anos de cadeia, tornou-se consultor de segurança.



Victor Lustig
O elegante cavalheiro austríaco começou pela “caixa de dinheiro”. Uma pequena máquina que, aparentemente, imprimia notas perfeitas de US$ 100. Ele vendia a máquina por milhares de dólares e ela só “imprimia” duas notas. Que estavam lá desde sempre.
Em 1925, ele vendeu a Torre Eiffel. Assumindo a identidade de “diretor geral do Ministério de Correios e Telégrafos”, convidou seis empresários do ramo da sucata para uma reunião. Lá ele os informou que o governo francês não tinha verba para manter a Torre Eiffel, e a estava vendendo por sucata. Conseguiu que um dos empresários desse a ele uma mala de dinheiro.
Lustig ainda tapearia ninguém menos que Al Capone. Ele convenceu o mafioso a investir US$ 50 mil num esquema de ações. Devolveu tudo três meses depois, dizendo que, infelizmente, o negócio tinha falhado. Como recompensa por sua “honestidade”, Al Capone o premiou com US$ 5 mil – e isso era tudo o que o picareta queria.



Princesa Caraboo
Era 3 de abril de 1817 quando um sapateiro topou com uma moça perdida pelas ruas da vila de Almondsbury, Inglaterra. Suas palavras eram incompreensíveis e ela vestia largas roupas orientais, incluindo um turbante. Levada para a casa do magistrado local, ela mostrou-se interessada em imagens chinesas e referiu-se a si própria como Caraboo.
Sem ter onde viver, acabou posta na cadeia – onde um marinheiro português conseguiu se comunicar com ela. Caraboo era da ilha de Javasu no Oceano Índico, e tinha sido capturada por piratas, até saltar no Canal de Bristol. Solta, ela se tornou uma celebridade local, escrevendo textos em seu alfabeto, praticando arco e esgrima e até tomando banho pelada no rio local – tudo isso inconcebível para uma dama britânica da época. Também rezava para o deus “Allah-Tallah”. Sua autenticidade foi “comprovada” por um acadêmico local.
A farsa durou até junho, quando foi identificada por uma ex-patroa. Era Mary Willcocks, britânica da gema, que havia sido demitida de um orfanato.




Wilhelm Voigt
“Parem e me sigam!” O venerável oficial prussiano, já passado dos 50, exigia respeito. Sem contestar, os quatro granadeiros e um sargento o seguiram. Passando pelo campo de treino de tiro, ele pegou mais seis. Seu destino era o trem para Köpenick, atual bairro de Berlim que então, em 1906, era uma cidade independente. Ao desembarcar, o grupo recebeu ordens para cercar a prefeitura, cortar comunicações e prender o prefeito. O oficial então confiscou 4 mil marcos dos cofres, deixando um recibo. E escafedeu-se, largando seus subalternos na guarda.
Acontece que ele não era oficial. Esse foi o golpe final de Wilhelm Voigt, um pé de chinelo de 55 anos, vindo de várias passagens pela prisão. Ele seria pego, mas a história era tão insólita que o público se comoveu com ele. Era uma lição a respeito dos excessos da hierarquia militar alemã. Assim, o “capitão” ganhou o perdão do Kaiser Guilherme 2° e morreu livre. Hoje é honrado com placa e estátua em Berlim.



Frédéric Bourdin

Existe algo de patético nos golpes do camaleão francês, que afirma ter assumido 500 identidades entre 1990 e 2007. Filho de mãe solteira e não se dando bem com o padrasto, ele decidiu se passar pelo americano Nicholas Barclay em 1997. O jovem de San Antonio, Texas, havia desaparecido três anos antes. Deveria estar com 16 e tinha olhos azuis. Bourdin tinha 23, olhos castanhos e falava com sotaque francês pesadíssimo.
Incrivelmente, foi acolhido pela família Barclay e passou cinco meses com eles, até ser descoberto por um detetive particular. Bourdin continuaria a se passar por adolescente. Seu último golpe foi em 2005, quando se fez passar por “Francisco Hernandes-Fernandez”, órfão espanhol de 15 anos. Então ele tinha 31 e estava ficando calvo. Disfarçou-se tentando copiar o jeito de andar dos jovens, depilando a barba e usando um boné. A farsa durou um mês.




Ferdinand Demara
Em suas duas décadas de carreira, ele se passou por monge católico, engenheiro, xerife, enfermeiro, advogado, cientista, professor e médico. Mas não são os números que fazem a sua fama, e sim as ações: Ferdinand Demara levava suas farsas às últimas consequências. Em seu período como “monge”, fundou uma universidade religiosa – que existe até hoje.
O ato máximo de Demara veio durante a Guerra da Coreia. Ele embarcou num destróier da Marinha canadense dizendo ser o Dr. Joseph C. Cyr. A guerra era real, e ele teve que lidar com pacientes reais. Usando uma quantidade copiosa de penicilina, acabou com uma infecção que se alastrava pelo navio. Um dia, 16 feridos de guerra foram trazidos ao convés, necessitando cirurgia urgente. Demara se enfurnou em sua sala com volumes de medicina. Quando apareceu de volta, operou todos os pacientes – fazendo inclusive cirurgia cardíaca com cavidade torácica aberta. Acredite se quiser, ninguém morreu.
Demara publicou suas peripécias na revista Life. Ficou famoso, o que restringiu severamente suas opções de farsa. Então virou um pastor batista – de verdade. Cursou teologia e passou a trabalhar em hospitais e obras de caridade, como capelão. Seria ele a dar a extrema-unção ao ator Steve McQueen, seu amigo, em 1980.





Gregor MacGregor
Ele nunca precisou assumir um nome falso. Por que faria? Era membro do clã MacGregor, uma das mais notáveis famílias da nobreza escocesa. Ao chegar a Londres, em 1821, era um herói de três países, lutando por Portugal e Reino Unido nas guerras napoleônicas, e depois ao lado de Símon Bolívar na independência de metade da América do Sul. Tudo verdade.
Mesmo assim, ele foi um grande picareta. MacGregor falou que, em suas aventuras, fora feito “cacique” da nação de Poyais, um país na América Central que tinha exército, poder executivo, legislativo e judiciário, e só estava esperando por investidores e imigrantes.
Era a terra da oportunidade e MacGregor recebeu uma dinheirama, emitindo “títulos governamentais” como promessa de pagamento. Os colonizadores chegaram em 1822, procurando pela capital “St. Joseph”. Não acharam uma cabana de pé. Tudo o que havia lá era a floresta tropical de Honduras. Metade morreria de desnutrição e malária.
MacGregor nunca seria preso. Usando de sua reputação, enrolou os juízes. Voltou para a Venezuela, onde ganhou o título de general e foi enterrado com honras de herói da nação.


Fonte: Google, Wikipedia, curiosos

 Até a próxima pessoal, não esqueçam de seguir, curtir, compartilhar, comentar!


quinta-feira, 27 de julho de 2017

Brincando com as Estrelas: Batendo um papo com Manu Torres

Olá Galera, tudo bem?


Hoje estamos trazendo uma escritora muito legal, de livros bastante calientes, natural da Paraíba, Manu Torres, desde criança, já tinha seu interesse despertado pela leitura. Aos 17 anos, essa paixão consolidou-se ao ler obras literárias como da Sidney Sheldon e Romances Históricos. Atualmente, é uma leitora compulsiva e cinéfila de carteirinha, paixões estas que acabam por inspirar, também sua filha. Juntas, partilham e debatem tudo que se relaciona ao mundo dos livros e filmes. 
O ato de escrever surgiu de uma necessidade de ajudar uma amiga e, o que era para ser apenas uma brincadeira, se tornou um desafio, resultando no seu primeiro livro, Me Descobrindo Mulher. Atualmente está desenvolvendo um trabalho conjunto com outra escritora.

Mais vocês devem estar se perguntando: O que é esse Brincando com as Estrelas?

Deixe-me explicar: tudo começou com o grupo de jogos no zap no qual sou integrante, os jogos são inteiramente literários mudando apenas as modalidades como, caça-palavras, roleta russa, Quiz, entre outros. Então me veio a ideia, já que jogamos, divulgamos e compartilhamos, destrinchamos diversos livros e eu possuo um maior acesso entre escritores (as), porque não convida-los para brincar conosco também? E a primeira a topar essa verdadeira loucura divertida foi a Manu, a seguir companhe alguns dos melhores momentos e um bate papo bem legal.















Manu tudo bem? Me conta mais um pouco desse seu projeto que foi o Me Descobrindo Mulher:
Qual relação entre ele e a sua amiga, já que o ato de escrever surgiu da necessidade de ajuda-la, conte-nos mais sobre isso?


R: Olá, tudo bem. Obrigada pelo carinho e convite.  Bem, minha amiga e eu temos uma relação maravilhosa. Apesar da vida corriqueira procuramos sempre saber como a outra está.  Apesar de hoje ela está afastada do mundo literário sempre procuro dividir minhas ideias, pois sua opinião é muito importante pra mim.


Todo mundo se pergunta se os autores colocam as suas experiências de vida em suas obras e se tratando do gênero hot, nesse caso você também trouxe alguma experiência, algum fato ou acontecimento do seu dia-a-dia?

R: Na verdade, Me Descobrindo Mulher é baseado na história de duas amigas. Então eu meio que misturei suas experiências e criei a Isabela. 


Sabendo que você é uma leitora compulsiva, nesses momentos você consegue separar a leitora da escritora?

R: Eu tento. Mas confesso que quando estou escrevendo demoro mais para finalizar a leitura devido ao curto tempo.  Mas independente de está escrevendo ou não, sempre tenho algo para ler. É o que amo fazer. 


Como foi para você a experiência de interagir diretamente com os leitores, ser a intermediadora dos jogos, enfim de brincar um pouco aqui conosco no brincando com as estrelas?

R:  Foi incrível! Eu adoro interagir com os leitores. Gosto saber a opinião de cada um. De ver a reação sobre a história e seus personagens. O carinho que eles passam a ter por meus livros. É maravilhoso.  Esse contato com os leitores sempre é enriquecedor.



Agora qual o recadinho que você tem para essa galerinha (incluindo eu, amei passar esse momento com você) que curtiu tanto está com você, mesmo que a distância? 


R: Ah, eu só tenho agradecer por todo esse carinho. É muito gratificante todo esse retorno.  Estimula o autor a não desistir.




É isso ai pessoal, espero que tenham curtido, logo logo estarei divulgando a estrela desse mês.

Não esquece de compartilhar, curtir e  seguir.


segunda-feira, 17 de julho de 2017

Mural


Feira de Arte Moderna da Bahia/2017
Grupo Leitor Reverso: 1° edição do clube de livros/2017
Magic Zoo: Harry Potter e a criança amaldiçoada, Animais Fantásticos/2017.
Lançamento da Rede Irmãs de Dulce/2017.



Dia do orgulho Nerd com o MagicZoo/2017





Dia do orgulho Nerd com Nerdaida/2017



Lançamento do livro Um Acordo entre Cavalheiros jul/17
Participação na Revista LiteraLivre/2017
Lançamento do Livro O Curioso Destino de Rita Quebra-Cama/2017
Encontro de Fãs Grupo: Menina da Bahia/2017












https://www.facebook.com/editorapandorga/videos/1466372750088818/
Vídeo sobre o Clube Sensual/2017




Rede Amigas de Dulce/2017






sexta-feira, 14 de julho de 2017

Aquilo que não se tem

Você não amigo
Nem companheiro

Não vibra com as minhas conquistas
Mais eu sempre vibrei com as suas

Ao acordar
Dá o mínimo para todos
Não para mim

Ah mim só cabe as sobras
De quando se precisa
De algo, alguma coisa

Ainda assim
Diante tanta decepção
Espero o melhor de ti

Um melhor

Que sabemos,
Nunca chegará

Afinal, não podes me dar
O que não tens.

terça-feira, 4 de julho de 2017

Poesia: Onde está o seu sonho


Onde está o seu sonho?
Na magia que emprega nas letras
Que faz com que se sinta viva.

Na loucura da sua imaginação
Te lembrando que idade é apenas
Um estado de espirito.

No seu coração
No amor que emprega
Em cada ponto
Em cada virgula.

Na sua utopia
Que apesar de por vezes
Lhe trazer solidão
Faz com que não se esqueça
De quem realmente és.

Dizem que há um mundo lá fora
Coisa que nunca conheceu
Mais de que lhe serve outro mundo
Se tem o seu todo aqui?

Onde está o seu sonho?



Lindaiá de Jesus Campos



quarta-feira, 28 de junho de 2017

Poesia: Você se importa?

Com as inúmeras peripécias criadas para chamar sua atenção?

De  repente assim
sem querer me perder

Nos seus olhos
no seu cheiro
na sua pele
Devanear seu sabor


E ainda assim, não ter nada a dizer
Apenas me permitir ser feliz e nada a mais


Você se importa?


Se eu decidir do nada,
simplesmente por decidir,  
Não passar o resto da minha vida
Sem você?



Lindaiá Campos

Vitrine: Entendo o Mochileiro das Galáxias e outras curiosidades



O jogo 1984 foi inspirado pelo Guia Mochileiro das Galáxias. Existem séries e filmes também inspirados no mesmo. Seus livros lançados desde possuem cerca de 30 anos.

O Livro – Salmão da Dúvida (Eoim Cofer), foi considerado pela família de Douglas Adams como parte oficial da coleção. O livro é inglês e surgiu de um canal de rádio na Inglaterra pouco conhecido. E lá vem mais curiosidades:

Não entre em pânico, só toalha” (mantenha a calma e continue) – Keep calm and carry on – Essa expressão foi criada inspirado também no livro, foi através dela também que surgiu o Dia da Toalha.
Existe um asteroide chamado Arthurdent, o mesmo fora descoberto em 1860 e tem esse nome em homenagem a um personagem.

Lembra dos Caça-Fantasmas? Foi criado antes em 1980 impedindo que o Guia do Mochileiro fosse lançado, além do fato de que Douglas tinha o hábito de postergar o máximo que podia seus prazos e entregas.


Babelfish (tradutor de Internet) – Esse nome foi dado em homenagem ao guia do mochileiro das galáxias.


O Dia da Toalha x O dia do Orgulho Nerd (Qual a diferença?) – Os fãs de Star Wars alegam que o dia 25/05 é o Dia do Orgulho Nerd por causa do lançamento do 1º Filme nos EUA. Porém foram os fãs de Douglas Adams que criou esse dia a fim de homenagear o Guia do Mochileiro. Fãs do mundo inteiro participam, nos EUA por exemplo saem nas ruas com a toalha no pescoço como que para levar a palavra, para simbolizar o que gostava no Guia. O irônico disso tudo é que o Douglas era ateu e odiava termos, religiosos como “levar a palavra”, como se fosse um símbolo de evangelização.
Você que nunca ouviu falar dessa trilogia, ou até já ouviu porém nunca leu, ou até leu mais não pegou muito o espirito da coisa, deve estar se perguntando o porquê de tanta repercussão em trono desses livros, tantas homenagens, tantas curiosidades. Vamos caminhar um pouco por essa trajetória.


Esta série de ficção-cientifica-space-opera-cômica foi concebida em 1978 por Douglas Adams, como uma rádio –novela, depois compilada em livros a partir de 1979. A série foi exibida em live action em 1981, e em 2005 ganhou um filme.

Você acorda em uma bela manhã, senta-se para tomar o café e percebe um alvoroço no seu quintal. Eis, então, que você percebe que está prestes a ter a sua casa demolida por empreiteiros para construção de uma via expressa. Do nada, um velho amigo aparece dizendo que vocês precisam dar no pé o mais rápido possível e que ele não tem como te explicar agora, mas pede para que você confie nele. Maneiro, não?

É assim que começa, uma das mais incríveis jornadas pelo espaço-tempo-nonsense e não estamos falando de Doctor Who. Sim! É ele! Nada mais, nada menos que as aventuras de Arthur Dent e Ford Prefect ou como é mais conhecido: O Guia do Mochileiro das Galáxias. Acredite: você não vai querer sair de carona pelo espaço sem ele.

Seu companheiro na verdade é um alienígena, colaborador e escritor para uma das maiores revistas espaciais do universo voltada para caroneiros interespaciais, “O Guia dos Mochileiros das Galáxias”. A revista tem bilhões de tiragens, e é uma tela com milhões de dicas e verbetes, com uma frase escrita em letras garrafais em cores berrantes DON’T PANIC (Não entre em Pânico) – que serve de conselho para todas as situações que o mochileiro pode vir a passar.

Com poucos segundos para saber o que está acontecendo, Arthur parte para uma grande aventura a bordo do Coração de Ouro pilotada por Zaphod Beeblebrox e Trillian – uma garota que é uma antiga paixão de Dent. Como não estavam fazendo nada de interessante até o momento, eles partem em busca da pergunta para a “Questão da Vida, o Universo e Tudo mais”, cuja a resposta todos já sabem.




Adams que morreu em maio de 2001, aos 49 anos, vítima de um ataque cardíaco fulminante – registrou as muitas serventias que uma toalha pode ter para o viajante intergaláctico. Veja:



A toalha é um dos objetos mais úteis para um mochileiro interestelar. Em parte devido a seu valor prático: você pode usar a toalha como agasalho quando atravessar as frias lua de Beta de Jagla; pode deitar-se sobre ela nas reluzentes praias de areia marmórea de Santragino V, respirando os inebriantes vapores marítimos; você pode dormir debaixo dela sob as estrelas que brilham avermelhadas no mundo minijangada as águas lentas e pesadas do rio Moth; pode umedecê-la e utilizá-la para lutar em um combate corpo a corpo (...) Porém o mais importante é o imenso valor psicológico da toalha. Por algum motivo, quando um estrito (isto é, um não-mochileiro) descobre que um mochileiro tem uma toalha, ele automaticamente conclui que ele também tem escovas de dentes, esponja, sabonete, lata de biscoitos, garrafinha de aguardente, bússola, mapa, barbante, repelente, capa de chuva, traje espacial, etc, etc. Além disso, o estrito terá prazer em emprestar ao mochileiro qualquer um desses objetos, ou muitos outros, que o mochileiro por acaso tenha “acidentalmente perdido”. O que o estrito vai pensar é que se um sujeito é capaz de rodar por toda a Galáxia, acampar, pedir carona, lutar contra terríveis obstáculos, dar a volta por cima e ainda assim saber onde está sua toalha, esse sujeito claramente merece respeito”.




Filosófico

Não se enganem, O Guia do Mochileiro da Galáxias é um livro altamente filosófico cheio de insights e questões sobre a vida e a existência em suas várias camadas. Além de contar com o robô depressivo mais querido do mundo: o Marvin! Ele também tem ótimas piadas, diga-se de passagem. Tudo isso sem perder a toalha. Toalha? Sim um dos objetos mais versáteis de toda a galáxia. Se você consegue cruzar o universo sabendo onde a sua toalha está, você é o cara.


Lindaiá Campos


 Fonte: Wikipédia, Google, dia da Toalha