sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Resenha: Matéria Escura



Sobre o autor: Blake Crouch é roteirista e autor de diversos Best-sellers. Seus livros já foram traduzidos para mais de trinta idiomas e venderam mais de um milhão de exemplares. Mora com a família no Colorado, Estados Unidos.


“Situação hipotética – começo – Um cientista, um professor de física, mora aqui em Chicago. Ele não tem carreira de sucesso estrondoso que sempre sonhou ter, mas é feliz, está razoavelmente satisfeito e é casado com a mulher dos sonhos. Eles têm um filho. Levam uma vida boa. Uma noite, esse sujeito vai até um bar para rever um velho amigo de faculdade que acabou de ganhar um prêmio de prestígio e, no caminho de volta para casa, algo acontece. Ele não volta para casa. É raptado. O que se passa a partir daí são momentos obscuros, mas, quando finalmente recupera a consciência, ele se vê num laboratório, e tudo mudou. Sua casa está diferente. Ele não é mais professor. Não é mais casado com aquela mulher.”


Olá pessoal hoje vamos falar de um Best-seller do the new York times e finalista do Goodreads Choice Awards, novo sci-fi de Blake Crouch e tem  possui uma trama que se desdobra em múltiplos universos, estamos falando galera , do livro Matéria Escura.

E se os universos paralelos guardassem agora os resultados das escolhas que nunca fizemos? E se a realidade em que vivemos for apenas uma entre inúmeras outras? O protagonista Jason Dessen, protagonista da Matéria Escura, estava estudando esse conceito de multiuniverso quando sua namorada ficou grávida a que fez com que optasse pela família, deixou para trás a possibilidade de uma brilhante carreira de físico e como todos nós sabemos o tempo não volta, ou será que sim?
Após quinze anos Jason acorda numa vida que não é dele, obrigando-o a lidar com as consequências da que pesquisa que abandonou no passado. Sem saber se vive um sonho ou realidade, o protagonista vai atrás de respostas e se depara com questões assustadoras, tanto sobre a experiência pela qual está passando quanto sobre a própria identidade.

Fenômeno nos Estados Unidos, o romance do autor da trilogia Wayward Pines – que deu origem a série de TV homônima, na FOX – recebeu muitos elogios da critica (merecidos), foi eleito um dos melhores livros de 2016 pela Amazon, além de ter alcançado um feito notável: ainda com o manuscrito incompleto, quando a narrativa sobre Jason Dessen tinha apenas 150 páginas, teve seus direitos de adaptação para o cinema adquiridos pela Sony Pictures.
Com uma trama dinâmica e emocionante, mas também bastante intimista, o thrller de ficção cientifica impõe aos leitores uma pergunta crucial: estamos felizes com a vida que temos?


Sem dúvida esse é um livro para...

 “Todos aqueles que já se perguntaram como teria 
sido sua vida se tivessem pegado outra estrada.”



#vcnpdeixardeler

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Resenha: O príncipe leopardo



Olá galera, sei que ando sumida devido a alguns problemas técnicos, mais sem parar um minuto e sem esquecer de vocês é claro. Longe das mídias obtive uma maior possibilidade de por as leituras em dia, aguardem porque vem muitas novidades por ai pode apostar. E para marcar a nossa volta e sanar as saudades como se deve, nada melhor do que resenhar um livro que está bombando, uma trilogia cujo dois volumes já foram lançados e seus leitores estão ansiosos a espera do terceiro e último livro, confiram:



Elizabeth Hoyt nos presenteia com mais um de seus príncipes, “O Leopardo”.
Dessa vez a história se passa com um administrador de terras (Harry Pye), filho de um couteiro e uma nobre dama, irmã de um conde, Srtª Lady Georgina Maitland.


Harry Pye que já tivera uma vida sofrida e marcada por inúmeros traumas é o nosso príncipe da vez.
Na década de 70 (1760), para ser, mas exata, a única coisa que uma dama jamais poderia fazer é se apaixonar por um criado. 
Lady Georgina é considerada para nós como uma mulher jovem (28 anos), diferente dos olhos na época, naquele tempo se uma jovem chegasse a esta idade solteira havia ficado literalmente, para “titia” e dificilmente arranjaria um marido, coisa na qual Georgina pouco se importava independente, impulsiva, cabelos ruivos, pele branca, uma dama que não era de todo bela, mas possuía seus encantos, além de não está interessada em marido. 
Herdeira de uma belíssima fortuna deixada por sua tia poderia ter o administrador que quisesse na frente de suas terras, mas ao direcionar seus olhos a Harry Pye logo identificou que estava lidando com um homem e não um simples "criado" e isso definitivamente abalou o mundo dela.


Apesar de ser o filho de um couteiro Harry conheceu muitos aristocratas incluindo um velho inimigo, mas nunca conhecera uma mulher tal como Georgina. Para quem já leu o primeiro livro da serie, O Príncipe Corvo, talvez não tenham se atentado ou sejam tão bons observadores quanto elas se lembraram que, Harry aparece no primeiro livro da autora como coadjuvante, no final da história. Ele é amigo do Conde Swartngham (Eduard), que nos prestigia com uma participação no livro dois, devolvendo a gentileza de um amigo. Harry também é membro da Sociedade Agrária e todo mundo pensando que ele é somente um reles administrador, filho de um couteiro qualquer...


Diferente do livro um que é cheio de romance, O Príncipe Leopardo contempla com muito suspense, ação, aventura, ovelhas envenenadas, aldeões assassinados, um magistrado furioso por vingança e uma mulher que não pode perder uma noite, um minuto sequer de amor...
Um misto de tudo aquilo que gostamos de ver.



Acompanha um porta-copos na pré venda

O livro três “O Príncipe Serpente”, já promete muitas aventuras, além das maravilhosas cenas de amor, aguardem!

Caso tenham gostado não se esquece de seguir, curtir, compartilhar, deixar seu comentário, um abraço galera e até a próxima.
#vcnpdeixardeler


quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Em quanto isso no zap....





Giseli (ganhadora do Brincando com as estrelas de Outubro)



                                        
Cica (2° lugar do Brincando com as estrelas de Outubro)



Brincando com as estrelas,. projeto criado em Julho desse ano vem tendo uma aceitação bastante gratificante no meio literário.
Nosso publico ainda pequeno, porém se divertindo bastante. cada autor(a) tem nos surprrendino a cada encontro e dessa vez não poderia ser diferente com a Lucy.
O jogo escolihido, Roleta Russa considerado complicado entre o mundo dos jogadores foi adaptado pela autora de maneira bastante criativa e inusitada. 
Com direito a audios com declarações de amor inspirados no casal do livro Destinada a Você (O acordo) até videos relatando qual foi a sensação sentida ao pratica essa leitura.
Confiram alguns desses relatos.


Você é autor ou um leitor apaixonado disposto a experimentar coisas novas, vem brincar com a gente!



Os vencedores desse mês são:

1° Giseli Cristina Andrade;
2° Cica;
3° Susan Kelly;


Parabéns meninas e até a próxima!

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Confira o que vai rolar no canal LFTV RCA Canal 5!



Parabéns Batata muito sucesso nessa sua nova jornada.

Brincando com as estrelas: Outubro foi a vez de Lucy Berhends Confira!

Olá Galerinha!

Estamos de volta com mais um, brincando com as estrelas!                                         
A nossa estrela desse mês é Lucy Berhends, como Baiana “arretada”, na vida exerce vários papeis: mãe, esposa, professora, mestre em Letras, mulher, mas confessa que sua relação com os livros está no topo das suas preferências. Além de ser viciada em leitura é apaixonada por escrever. Começou sua jornada no mundo da leitura ainda criança com Monteiro Lobato.       


Em breve postaremos tudo que rolou lá no zap. Confira como foi o nosso bate-papo:


 É um prazer imenso tê-la aqui conosco para mais uma edição do Brincando com as estrelas, conte-nos um pouco sobre seu mais novo livro, seus projetos, tem algo saindo do forno?

R: Obrigada pelo convite. Adoro esse contato e carinho dos leitores.
 Sempre tem (risos). Eu acabei de lançar um livro em conjunto com Danilo Barbosa, Janaina Rico e LM Gomes chamado “Por toda a minha vida”, vou lançar em novembro “Nicholas” o livro 4 da Série Jogadores de Futebol e estou começando a escrever uma nova história com título provisório de “A essência do amor”.  Em breve a editora Quais e eu começaremos a trabalhar no livro 2 de Apollo para lançamento no início do próximo ano. 

Como escritora, nos momentos de leitura você sabe separar a leitora da escritora? E cite-nos alguns livros e autores preferidos.

R: Eu não consigo separar a leitora da escritora nem mesmo quando estou assistindo a um filme. As duas estão interligadas, mas consigo me aventurar na história ainda assim. Minhas referências são Maya Banks, Abbi Glines e Bella Andre, mas acabo bebendo um pouco de tudo que leio e isso influencia a minha escrita. Estou cada vez mais apaixonada pelos nacionais que tenho lido, como os livros de Danilo Barbosa e da também baiana Middian Meireles.

Como você se sentiu, o que achou participando do Brincando com as Estrelas?

R: A ideia é muito boa porque é uma forma de aproximar o leitor do escritor. Eu curto muito essa proximidade, então está sendo uma delícia mais esta experiência.

Qual a mensagem que você quer deixar para essa galerinha que brincou e curtiu está mais próxima de você mesmo que a distância?

R: Quero agradecer a cada um que separou um pedacinho do seu tempo para ler a história de Brisa e Alfonso e para vir brincar comigo. Todos os dias recebo presentes em forma de leitores e vocês são alguns deles. Obrigada, meus amores. Eu e a literatura nacional precisamos de cada um de vocês.

Foi muito bom estar com você aqui hoje e esperamos que volte sempre!


Se você gostou não esquece de curtir, seguir, compartilhar, deixar seu comentário.
Teremos uma grande surpresa em Novembro, aguarde. 


Agora confira o que rolou nesses últimos meses: 
https://vocenaopodedeixardeler.blogspot.com.br/search?q=brincando+com+as+estrelas

Confira o novo lançamento dela, já a venda na Amazon
https://www.amazon.com.br/Nicholas-Quando-atra%C3%A7%C3%A3o-Jogadores-futebol-ebook/dp/B0776DMJM2/ref=sr_1_1?s=digital-text&ie=UTF8&qid=1510074415&sr=1-1


#vcnpdeixardeler

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Resenha: o Príncipe corvo





Bom, hoje vamos falar de um romance de época, um pouco fora do tradicional afinal, chega uma hora
na vida de uma dama que ela tem que fazer o inimaginável...
Anna Wren é uma linda jovem viúva, que vive num chalé simples com sua sogra. O fato da renda
herdada pelo marido não ser suficiente, ela resolveu procurar emprego, acabou indo trabalhar na casa de um conde temível, Eduard.


Super mal comportado e com um humor menos ainda vai aos poucos se familiarizando com Anna. Um dia ela descobre que dentre algumas viagens do conde, ele frequentava casas de mulheres e Anna fica incrivelmente furiosa com isso. Como pode ser aceito pela sociedade que os homens não permaneçam em castidade enquanto as mulheres sim? Isso não é justo, segundo ela.


 Movida pelo instinto natural de solidariedade, ao ajudar certa dama em situação de perigo, acabou descobrindo que, em muitas casas de prostíbulos algumas damas de verdade colocam máscaras pagam a madame, para que envie o cavalheiro que elas querem para passarem a noite. Daí resolve fazer o mesmo, começa então a seguinte jornada:

Ser a secretaria do Conde e dama em casa de mulheres nas horas vagas, Eduard sem sequer desconfiar de nada se torna um amante desavisado de Anna. A única coisa na qual o Conde tem certeza, é que Anna mexe com as estruturas dele.



A excitação pressionava a parte da frente de sua calça e o apertava de maneira desconfortável. Ele descobrira que tinha esse problema constantemente na companhia da nova secretária.”



Ficou curiosa (o)? Então adquira logo o seu exemplar e conheça o desfeche dessa história. Volume um de uma trilogia de príncipes, sendo o segundo (Príncipe Leopardo) e o terceiro (Príncipe Serpente), nos promete muito mais além do que romance. Cada volume possui sua particularidade e características distintas, não sendo uma continuação e sim histórias diferentes, porém histórias que se entrelaçam no final.



Curiosidade: Em todos os capítulos existem trechos de outro livro que também se chama Príncipe Corvo, obra que inspirou a Elizabeth Hoyt na criação da trilogia. È como ler dois livros em um.



segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Resenha: Me Descobrindo Mulher



“-Puta que pariu! Assim não dá Isabela – era a terceira vez que ele interrompia uma relação sexual com aquelas palavras.”

Alguém já ouviu algo parecido ou exatamente assim?

Enquanto a vocês homens, quantas vezes passaram por uma situação dessas?

Quantas “Isabelas” você acha que existem por ai?

Me descobrindo Mulher é muito mais que um romance e chegou levantando alguns dos inúmeros tabus que sempre estiveram presentes através dos séculos em torno da mulher. Veio para que talvez consigamos enfim desmistificar algumas coisas. É uma história de superação, de escolhas mais a principal delas no meu ver foi à descoberta de quão melhor se torna a vida, quando descobrimos o amor próprio.

Isabela é uma mulher cheia de pudores e preconceitos com relação ao sexo, a vida. Criada por uma mãe conservadora ensinou a filha que a relação matrimonial não era prazerosa, nunca seria, fazendo com que o casamento de Isabela fosse um desastre total. Leonardo não suportava mais ficar sem “tocar” a sua esposa como deveria e pediu a separação. Daí então dar-se inicio a grande jornada de descoberta de Isabela através da “Operação Mulherão” com a ajuda de sua tia Luíza e a amiga Lilian. Porém não PE só a Isa que se descobre.

Se engana quem pensa que se trata apenas de um livro de cunho erótico ou só mais um romance e sim de sentimentos nobres, como o da escolha, da superação, do amor pelo outro, do amor próprio, do auto descobrimento, do descobrir o outro e do perdão. Me descobrindo Mulher nos faz despertar aquilo que temos de melhor em nossos corações.

Também nos faz questionar tabus, estigmas, machismo, conservadorismo, entre tantas outras bandeiras a tanto tempo defendida pelas mulheres. Infelizmente por incrível que pareça ainda nos dias atuais muitas mulheres, muitos casamentos são destruídos não por falta de sexo propriamente dito mais sim por falta de alto descobrimento. Muitas mulheres entram em depressão quando um relacionamento não dá certo. Isabela nos mostra que não é fácil, também não é impossível, tudo depende de como decidimos encarar nossas derrotas e obstáculos na vida.





Ficou curiosa sobre as técnicas da Isabela? Separamos algumas dicas para você de aperitivo:



Operação Mulherão

“Minha semana passou rápida, pois estava muito atarefada...”
“As tarefas que minha tia Luiza me enviava, estava executando, apesar de ter dificuldades em algumas especificas.
Na segunda: paquerar alguém ou se deixar paquerar. Cumprir na academia aproveitando as olhadas do Fernando.
Na terça: seduzir alguém. Essa foi difícil, mas no fim consegui atrair a atenção do vendedor de água de coco que estava em frente a clinica. Considerei cumprida.
Na quarta: falar três palavrões como forma de se desinibir. Essa foi difícil e constrangedora. Lembrei como me sentia excitada quando lia que os caras falavam palavrões na hora do sexo, então achei que deveria quebrar a barreira. Acabei deixando escapar: porra, merda e puta que pariu na academia, sendo que o terceiro eu já estava dentro do meu carro. Mas, contei como válido.
Na quinta: provocar Leonardo. (causando ciúmes)
Na sexta: dançar como forma de seduzir.”



Gostou? Foi útil? Agora é só colocar em prática.
Assim como a Isabela, você pode ser poderosa nós todas podemos.

Confira como foi o nosso brincando com as estrelas em Julho:
 https://vocenaopodedeixardeler.blogspot.com.br/2017/07/brincando-com-as-estrelas-batendo-um.html

Até a próxima!







quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Convite: Olha só o que teremos para esse mês!!!!!



Olá Galerinha tudo por ai?

Bom o mês de Outubro (um pouco atrasado, mais ta valendo), teremos conosco a Lucy!

Iremos jogar roleta Russa e o tema será o livro maravilhoso Destinada a Você

Vem brincar conosco, vem!

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Anya: Não olhe pra trás

Vazio
O vazio ainda pulsa...
Tento expulsar de mim as palavras
Porém sem sucesso.
Isso que vivo, não e vida
É um imenso e grande
.
.
.
.
.
.
.
.
.......................... Vazio.

                              Anya



Ei, o que ta fazendo ai? Vem cá deixa eu te dar um abraço, feliz aniversário! Apenas uma amiga nem tao intima assim, celebrou.
Anya recebera o abraço desajeitado ao mesmo tempo em que fechava seu caderninho de anotações.
Vazio, era assim que ela sentia atualmente.
Desde aquele último episódio com Juan muita coisa mudara externa e internamente para Anya.
Aquela carga de adrenalina, risos, susto, fez com que ela tomasse um choque de realidade quanto a sua situação.
Durante esse longo tempo Anya apesar de ter em sua concepção formada de que não queria ser amante de Juan, nem de homem algum, pouco a pouco foi se deixando envolver pela inúmeras armadilhas de sedução que lhe foram proporcionadas.

Sabe quando você idealiza algo na sua cabeça, o imagina perfeito e quando finalmente vive, descobre o quanto é criativa além da conta, e o encanto acaba?  - Comentou Anya com sua amiga Andréa.

Sei sim Anya, muito mais do que você imagina. Não sei a quem está se referindo mais aposto que é o responsável por esse poema tão triste.
Anya gostava de escrever. Sendo muito tímida as palavras acabam por ser a melhor maneira de desabafar além é claro da vergonha que sentia em se abrir com alguém em relação a Juan. O silencio, a indiferença dele a estava sufocando.

Todos os dias era a mesma coisa:

Despertava já a procura do celular na esperança de receber um bom dia que nunca chegava;
Só era correspondida caso tomasse a iniciativa de cumprimentar primeiro;
Prometia a si mesma que jamais falaria com ele se ele não falasse com ela primeiro;

Dica do dia: só prometa aquilo que realmente conseguirá cumprir.
Vocês já perceberam o quanto somos vitimas da pressa? Não? Eu garanto que você já enviou várias mensagens para várias pessoas, várias vezes algo ou alguma coisa. Nós temos essa mesma necessidade quando amamos alguém e talvez por medo de que aquilo que fazemos não nos baste, talvez não baste mais para o outro temos pressa em avisar o que estamos vivendo, que esquecemos de ver o que estamos vivendo exatamente.
você envia uma mensagem pelo celular se a pessoa não responde após um minuto, já trabalhamos com inúmeras possibilidades como a de um AVC, um infarto fulminante, parada respiratória, ficamos nervosíssimas pensando, meu Deus ele já visualizou e não respondeu, porque? Nós sempre estamos exigindo essa pressa dos outros ou alguma coisa está errada.
Ao ver aquele silencio interminável me derramava em mimos, emojis fofos e românticos na espera desesperada de receber o mesmo em troca, coisa que quase nunca acontecia estragando completamente meu dia sem sequer conseguir perceber o quanto já estava completamente cansada disso.

Juan estava a cada dia mais distante, frio, indiferente depois de ganhar o coração de Anya, de repente a conquista perdera a graça afinal já conseguira o prêmio que tanto queria. A tivera finalmente por inteiro e por tantas vezes que perdera a conta. Anya apesar de toda timidez, ingenuidade e falta de experiencia vinha se mostrando a cada dia uma amante excepcional, ele nunca havia se envolvido com uma mulher de tamanha intensidade, de uma coisa Juan tinha certeza a amaria para sempre.  Não que esse sentimento representasse algum peso em sua vida, gosta de ser livre, independente, ir e vir, fazer aquilo que quiser. Nunca foi dado a amores por ninguém, nem mesmo pela mulher que lhe dera um teto, uma estrutura, uma família essa na qual ele suportava a duras penas até conseguir se equilibrar e ai finalmente seria feliz, pensava ele. Não ele não pretendia ficar com nenhuma das duas isso era fato, ele amava Anya sim era um amor puro, coisa de criança diferente de agora que se tornara um homem não iria perder tempo com esses coisas de "amor".
Precisava dar um basta naquela situação porém não conseguia expressar nada mais além do que indiferença total aos sentimentos dela exceto quando seu músculo inferior latejava ao pensar nela, não resistia e se rendia novamente aos seus encantos, será que isso nunca terá fim?



Acordei inexplicavelmente feliz o inverso da noite passada onde a sensação de vazio me preenchia por completo. Escrever me faz bem. Ao fazer essa reação química entre lápis, caneta e papel, sim pois é muito melhor escrever primeiramente de lápis, se errar poderá simplesmente apagar e começar tudo outra vez - Fica a dica. Quando coloco meus sentimentos no papel, dar-se inicio a um processo libertador dentro de mim é como se eu estivesse transferindo toda aquela antítese para o poema, prosa, conto ou seja lá como se chame aquilo no qual estou escrevendo. Isso me renova me fortalece. E sabe a dica sobre o lápis e a borracha? No aniversário de Juan, fiz a maior festa virtual que alguém poderia fazer, com direito a um livro sobre a nossa trajetória, videos, fotos onde mostrei tudo que havia preparado para comemorar esse momento e é claro abrir o meu coração novamente com toda intensidade, alegria e ingenuidade de sempre - como fui tola.

Juan leu tudo (na verdade acredito piamente que ele fingiu ler), sabe quando você ler algo apenas no inicio e no fim só para não ser pego se contradizendo?

Obrigado, sem palavras - escreveu Juan, tão frio quanto o inverno do Alasca.

E naquele momento creio que tive a maior de todas as decepções da minha vida. Joguei o piquenique que havia preparado com tanto amor no lixo, ficando apenas com o vestido novo, maquiagem e cabelo que havia preparado para ocasião. Recebi vários elogios e até uma nem tão amiga assim, me parabenizou, afinal também era o meu aniversário até nisso a sorte me foi infeliz. Em quanto escrevia vi o quanto a borracha e o lápis eram importantes e comecei a me questionar porque não fazer esse papel na vida. Ser um lápis onde desenhamos a nossa história cheias de planos, amor, projetos porém ter a sagacidade da borracha em apagar tudo aquilo no qual erramos ou simplesmente porque nos demos conta de que aquilo não é o que queremos e após a limpeza começar tudo outra vez?

Juan nem viu o que o atropelou:

Águas Passadas
De que é feito o amor?
Dizem que o amor é paz
Que o amor tudo suporta
Tudo perdoa, tudo crer
O amor para ser amor
Tem que ser “perfeito”.


E crendo nisso, nos atiramos
Num abismo sem fim
Fazendo com que as vezes
A decepção seja tão quão!


Nunca estivemos tão errados.


O amor é sim um misto de paz
É como o brilho do sol da manhã
Nos aquecendo o coração.
Tudo crer, tudo suporta
Mesmo a despedida, a distância.

Somos capazes de colocar
O nosso amor de lado
Se julgarmos não ser o suficiente
Não ser merecedor daquele
No qual tanto admiramos.


O amor não precisa
De cultivo alheio ou presença
É autossuficiente e se mantém
A cada dia mais amante
Vibrando com pequenos gestos
Um olhar, um sorriso
Um, “é bom te ver por aqui”


Ele é altruísta
Fazendo com que abramos mão
Daquilo que nos é tão valioso
Se não estamos fazendo-o feliz.

E em paz ficamos onde estamos
Num misto de antítese
Somos o motivo do que vai adiante
E sem mais, optamos por ficar distante
Já que tudo aquilo que seguramos com muita força
Acabamos perdendo se não é amor.

Muitos optam por viver com o outro
Mesmo estando incompleto
Mesmo não tendo nada a dar
Apenas por medo da solidão.

Muitos escolhem a solidão
Por medo de uma “prisão”
Na qual existe em nada mais além
Do que em nossas mentes.

Mais uma coisa lhes digo:
Antes que esse século se finde
Que meu tempo na terra se vá
Conhecerei o amor de verdade

Onde as pessoas evoluíram
Ao ponto de entender
Que nem tudo é como você quer
Nem tudo pode ser perfeito
Que podemos ver o mundo de outro jeito
E ao fazermos isso, tudo fica mais fácil

Compreenderão que o que é errado ficou certo
O que é certo ficou errado
Que cada um só dá aquilo que possui para dar
Que o ser humano pode ser alguém especial
Começando por você
Quantas sementes você plantou hoje?

Entenderemos que se não faz sentido
Discordamos com isso e não é nada demais!
O que vale é deixarmos águas passadas
Pegarmos uma nova estrada e não olharmos para trás
Como sempre o amor
Está mais do seu lado que você
Siga em frente, linha reta
Não procure o que perdeu
O que você "acha" que algum dia, foi seu
Reveja seus conceitos.

                                          Aquela que um dia já foi sua, Anya.




Continua.....



Gostou?
Confira como tudo começou: https://vocenaopodedeixardeler.blogspot.com.br/search?q=Anya

Confira a trilha sonora: https://www.wattpad.com/484531360-conto-anya-n%C3%A3o-olhe-pra-tr%C3%A1s

Algumas frases de Malvina Neves que você não pode esquecer



Menina veneno já é um sucesso entes mesmo de seu lançamento, as fãs de Carina foram a loucura com o mimo de pré-lançamento, um espelho de bolso que, diga-se de passagem, combinou perfeitamente com a protagonista a Malvina.

Ah! Você ainda não conhece a Malvina Neves? Imagino em que planeta você vive para não conhecer a ranhia das passarelas, a mais bela de todas.

Confira a nossa resenha: https://vocenaopodedeixardeler.blogspot.com.br/2017/10/resenha-menina-veneno-de-carina-rissi.html

Vamos deixar as brincadeiras de lado e irmos diretamente ao ponto, vamos ser francas como Malvina. Menina Veneno para quem ainda não leu é uma nova versão do conto de fadas da Branca de Neve. Com uma linguagem totalmente simples, direta, objetiva de fácil entendimento e com o narcisismo que eu garanto (após conhecer a Malvina você não vai esquecer) Carina Rissi nos presenteia com mais um sucesso.

Eu me rendo! Apesar de má, estou completamente apaixonada pelo personagem Malvina Neves, que apesar de todo seu narcisismo consegue ainda assim, nos deixar mensagens nas quais devemos levar conosco para vida toda, outras nas quais não devemos nos inspirar, assim como muitas que lhe garantiram risos, confiram algumas delas:


“Se você quer que as pessoas acreditem que você é importante, esteja sempre muito ocupada.”


“ok, pra começar, você não fica atrás de um homem como se ele fosse o centro do universo. Você é o centro do universo!”


“Faça ele te notar e quando isso acontecer? Sorria e esteja indisponível”.


“Eu amo café. È minha bebida favorita. Estimulante, confortável e, o mais importante, livre de calorias. É a bebida perfeita.”


“Era só o que faltava. Perder meu tempo ensinando alguma coisa a quem quer que fosse. Não me olhe assim. Sabe que sou uma mulher ocupada. Perder tempo significa perder dinheiro. Você devia prestar atenção nas coisas que eu digo, sabia? Talvez ajude sua conta bancária a sair do vermelho. Só estou dizendo.”


“Francamente, se discute tanto direitos humanos e ninguém nunca pensou em criar um artigo que proíba as pessoas de saírem da cama antes das 10h da manhã? É cruel, desumano!”


“06h30minh da manhã: Não me espanta que tanta gente – pessoas como você, meu bem – seja tão mal-humorada, acordando ainda de madrugada.”


“Um dos segredos do sucesso é saber lidar com os erros. E quando erra, só tem duas opções: para baixo ou para cima. Ficar se lamentando eternamente ou fazer alguma coisa para remediar o fracasso. Você deve estar pensando que não é bem assim que funciona, e eu respondo: é por isso que você ainda anda de ônibus.”


“Sou tão linda que chego a me encantar. Imagino como essa experiência, ficar tão perto de mim por todo esse tempo, deve estar sendo para você, meu bem. Juro que não faço por mal. Simplesmente acontece!”


“Eu, por consequência, fazia minha melhor interpretação de uma garota tímida que não tem certeza de que está fazendo a coisa certa. É um joguinho muito divertido. Você devia experimentar.”


“Sabe quando você fantasia uma coisa e, na sua cabeça, ela é realmente maravilhosa, mas quando acontece na vida real, você se pega refletindo que tem uma imaginação boa demais?”


“Alias, como hoje estou de bom humor, vou te contar mais um segredinho. Se você quer se dar bem com alguém, precisa se transformar em uma bolsa Birkin!”




Gostou? Agora é só correr para as livrarias e se deixar embebedar pela Menina Veneno.

Até a próxima. E não se esqueçam de deixar os seu comentário.



quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Poesia: Águas passadas


De que é feito o amor?
Dizem que o amor é paz
Que o amor tudo suporta
Tudo perdoa, tudo crer
O amor para ser amor
Tem que ser “perfeito”.


E crendo nisso, nos atiramos
Num abismo sem fim
Fazendo com que as vezes
A decepção seja tão quão!


Nunca estivemos tão errados.


O amor é sim um misto de paz
É como o brilho do sol da manhã
Nos aquecendo o coração.
Tudo crer, tudo suporta
Mesmo a despedida, a distância.

Somos capazes de colocar
O nosso amor de lado
Se julgarmos não ser o suficiente
Não ser merecedor daquele
No qual tanto admiramos.


O amor não precisa
De cultivo alheio ou presença
É autossuficiente e se mantém
A cada dia mais amante
Vibrando com pequenos gestos
Um olhar, um sorriso
Um, “é bom te ver por aqui”

Ele é altruísta
Fazendo com que abramos mão
Daquilo que nos é tão valioso
Se não estamos fazendo-o feliz.


E em paz ficamos onde estamos
Num misto de antítese
Somos o motivo do que vai adiante
E sem mais, optamos por ficar distante
Já que tudo aquilo que seguramos com muita força
Acabamos perdendo se não é amor.


Muitos optam por viver com o outro
Mesmo estando incompleto
Mesmo não tendo nada a dar
Apenas por medo da solidão.


Muitos escolhem a solidão
Por medo de uma “prisão”
Na qual existe em nada mais além
Do que em nossas mentes.


Mais uma coisa lhes digo:
Antes que esse século se finde
Que meu tempo na terra se vá
Conhecerei o amor de verdade


Onde as pessoas evoluíram
Ao ponto de entender
Que nem tudo é como você quer
Nem tudo pode ser perfeito
Que podemos ver o mundo de outro jeito
E ao fazermos isso, tudo fica mais fácil


Compreenderão que o que é errado ficou certo
O que é certo ficou errado
Que cada um só dá aquilo que possui para dar
Que o ser humano pode ser alguém especial
Começando por você
Quantas sementes você plantou hoje?


Entenderemos que se não faz sentido
Discordamos com isso e não é nada demais!
O que vale é deixarmos águas passadas
Pegarmos uma nova estrada e não olharmos para trás


Como sempre o amor 
Está mais do seu lado que você
Siga em frente, linha reta
Não procure o que perdeu
O que você "acha" que algum dia, foi seu




Reveja seus conceitos.

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Nathalie D.A. é a bola da vez no "Brincando com as Estrelas" de Setembro.

Olá Galerinha!


Estamos de volta com mais um, brincando com as estrelas!
A nossa estrela desse mês é Nathalie D.A, nascida em 1994, em uma cidade pequena do Rio Grande
Lançamento 30/07/2017
do Sul. Atualmente mora em São Bernardo do Campo, São Paulo. Acadêmica do curso de Direito. Gosta de Ler desde criança e quando tinha quatorze anos descobriu sua paixão por escrever.



Olá Nathalie como vai? É um prazer imenso tê-la aqui conosco para mais uma edição do Brincando com as estrelas, que vem tendo uma aceitação muito boa graças a Deus.
Mais me conta, aos 14 você descobriu a paixão por escrever, porque só agora decidiu publicar um livro e qual foi a sua inspiração para falar sobre um amor na internet, Fake?

R: Desde que escrevi o livro queria publicar, mas lá em 2009 não era tão fácil ainda o acesso às editoras e eu ainda não tinha encontrado nenhuma que tivesse me agradado.
A inspiração para falar sobre Fake veio da realidade mesmo, tive vários Fakes na época do Orkut hahaha

Como ta sendo essa experiência como escritora, a divulgação do livro, foi lançado em São Paulo agora no dia 30/07 e tem algo no forno ou você vai esperar um pouco mais, vai curtir esse momento?

R: algo no forno sempre tem, mas só histórias começadas e nenhuma nem perto de terminar, vou esperar um pouco mais. A experiência está sendo ótima, apesar de a divulgação ser bem trabalhosa e ocupar muito tempo.

Inicio de amores na internet hoje em dia são cada vez mais normais do que imaginamos. O Além do Fake é volume único ou teremos continuação, uma trilogia já que é um tema que tem bastante material a ser explorado?

R: é volume único, gosto de livros volume único.

Quais são os seus planos e projetos para o futuro como escritora?

R: continuar escrevendo nas horas vagas e espero continuar tendo a oportunidade de publicar mais livros e poesias. Tomara que as próximas escritas não fiquem tantos anos guardadas na gaveta hahaha como foi com o Além do Fake.


Como escritora, nos momentos de leitura você sabe separar a leitora da escritora? E cite-nos alguns livros e autores preferidos.

R: Sim, sei separar muito bem! Meus autores favoritos são: Harlan Coben, Gillian Flynn, Sarah Lotz e Liane Moriarty. Meus livros favoritos: O pequeno príncipe, Pequenas grandes mentiras, Uma vida interrompida – memórias de um anjo assassinado, Garota exemplar, trilogia Divergente, todos que já li do Harlan, A garota no trem, A menina que roubava livros, a série PLL, A última carta de amor e mais muitos, lembrei só desses agora, mas como da para perceber meu gênero literário favorito é suspense policial e Thriller psicológicos.

Qual a mensagem que você quer deixar para essa galerinha que brincou e curtiu está mais próxima de você mesmo que a distância? (Pode ser um vídeo)

R: Quero dizer para vocês sempre acreditarem nos seus sonhos, às vezes eles demoram anos para se realizar, mas se realizam, é só continuar sonhando e acreditando, pode parecer clichê, mas digo isso por experiência própria, é verdade!


Foi muito bom está com você aqui hoje e esperamos ansiosos por novas histórias!


E para você que curtiu, não esquece de deixar o seu comentário, de compartilhar, seguir.
#vcnpdeixardeler


segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Resenha: Menina Veneno de Carina Rissi



Ah! Eu estava ansiosa para que você chegasse meu bem.
Não é sempre que tenho a oportunidade de narrar o que de fato aconteceu comigo. Você provavelmente já escutou essa história antes, mas com certeza não ouviu a verdadeira história. Não que eu possa culpá-lo por isso. A imprensa adora transformar alguém em vilão. Ou vilã, como é o caso.
Deixe-me apenas esclarecer uma coisa: quase tudo o que ouviu sobre mim são inverdades – bem, alguns pontos são verdadeiros, mas não se preocupe, falarei sobre eles em breve -, e transformarem aquela garota que vivia alardeando “ingenuidade”, sua “bondade” e tantos outros termos enfadonhos em uma vítima indefesa é tão ridículo que chega a me causar náuseas.
Honestamente, não acredito que você caiu nessa.
Patético.
Mas vamos deixar de lado por um momento sua disposição em acreditar que todos têm apenas um lado – bom ou mal. Quanta inocência... Fico contente que o bom senso tenha trazido você até mim. Assim que eu lhe contar tudo o que aconteceu de verdade, poderá tirar suas próprias conclusões.
Ah, me desculpe onde estão meus modos?!
Vamos, sente-se! Fique a vontade. Teremos uma longa conversa.
Está confortável?
Ótimo.
Antes de começarmos, quer comer alguma coisa? Uma tortinha de maçã?
Não?
Tudo bem. Então vamos a história que nunca foi contada.”




Olá pessoal. Vocês conhecem o conto de fadas sobre uma bela princesa que sofreu inúmeras tentativas de assassinato por sua madrasta, uma delas com uma maçã envenenada. O bem contra o mal, a indefesa donzela ameaçada pela perversa rainha... Não há quem não se compadeça com essa história, ou ao menos é o que todos pensam.


Carina Rissi nos presenteia com ninguém menos que Malvina Neves. Considerada a maior modelo do planeta por anos, casada com o rei da Formula1 Henrique, juntos eles formavam o casal perfeito até que um acidente durante uma corrida levou Henrique a morte deixando Além de uma bela herança, a tutela de sua filha Bianca, a quem Malvina definitivamente não suportava. Malvina estava ocupada demais brilhando nos holofotes, até o dia em que a “insossa” da enteada, roubou a maior campanha dela.  Bianca será a nova estrela do perfume Menina Veneno.



Da para acreditar? Não quero ser péssima nem nada, mas vamos ser realistas. Bianca é tão sonsa... e tem esse arzinho azedo e distraído que me dá vontade de voar no pescoço dela...
Eu sei, parece mesmo que fiz tudo o que a imprensa me acusa de ter feito. Mas não foi bem assim, Não me olhe com essa cara desconfiada (até porque ela não valoriza nem um pouco seu rosto, meu bem). Senta aqui e me ouça até o fim. Depois me diga se acha mesmo que mereço o titulo de Rainha Má. Talvez só Rainha seja muito melhor.”



Sentiu né galera?
Malvina Neves e todo o seu narcisismo nos promete inúmeras risadas, além do cheiro fortíssimo de confusão pairando no ar e todo o glamour que envolve o mundo da moda.
Acomodem-se queridos, pois o que você leu aqui acabou de começar.
Que melhor forma para comemorar o dia das crianças, senão lendo mais uma versão da Branca de Neve? Dysnerd de carteirinha confesso ter sido a versão mais simples, direta, criativa, divertida, inusitada e atual que li. 

Parabéns Carina, você mais uma vez se superou, sucesso e um pedido:
Malvina Neves merece continuação!


E para você que gostou não se esquece de curtir, seguir, compartilhar, além de deixar os seus comentários.


Até a próxima!



terça-feira, 10 de outubro de 2017

Vitrine: Todo defeito é uma qualidade esperando para ser lapidada


Olá pessoal, como estão? Espero que bem. Desde a primeira vez em que visualizei esse livro na Saraiva e li a sinopse pensei: tão eu. 
O teno passou e As vantagens de ser Invisível acabou por apenas fazer parte da minha lista e nada mais, virou um sucesso chegando aos cinemas e ao realizar minha rotineira pesquisa de campo pensando em o que trazer para nossa vitrine, encontrei no site Conti Outra um texto que além de retratar profundamente o que esse livro significa, a forma todos os "invisíveis" se sentem e o quanto Charlie tem mais em comum conosco do que qualquer um de nós  suponha.
Me vi descrita com riqueza de detalhes ali e resolvi compartilhar com vocês:

O filme “As vantagens de ser invisível”*conta a história de um adolescente que sofre ao sentir-se invisível e de seu anseio por inclusão. Muitas passagens no filme me tocam, mas a mensagem mais importante para mim é que ele só se sente incluído após uma árdua jornada de conhecer a dor, ficar de cara com a loucura e entrar em contato com seus maiores traumas e finalmente conhecer o amor, por si mesmo e pelos outros.
É um filme leve, mas que contém muito conteúdo de vida. Certa vez o Lama Padma Santen disse que não é com os que sofrem que ele se preocupa, pois os que sofrem de depressão ou qualquer “distúrbio” mental são agonizantes e isso significa que eles estão enxergando o mundo como ele está e sendo profundamente tocados por isso. Nesse contexto só não sofre hoje quem é incapaz de sentir empatia e esses sim deveriam nos preocupar, então precisamos olhar com mais carinho para os agonizantes.

Assim como Charlie, o protagonista do filme que fica cara a cara com seus traumas e medos, eu também já enfrentei o pior de mim. E hoje olhando com mais carinho para esse período da minha vida, entendo que, também como no filme, a maioria de nossos grandes erros nasce dessa vontade que temos de amar e ser amados, de nos sentir incluídos. E a nossa capacidade de amar é o que torna a vida tão especial. Sendo assim, nossos erros nascem do melhor que temos. Quando me dei conta disso aprendi a me perdoar, minha intenção não era ruim, mas eu apenas estava buscando amor em fontes e de maneiras equivocadas.
Eu, assim como muitos, perdi anos de minha vida nessa busca, achando que me amava muito, que já havia passado essa etapa, no entanto vivia de pequenas doses de amor, me alimentando de fragmentos, tentando encontrar no outro algo que eu deveria buscar em mim mesma. E não existe outro caminho, não importa que seja clichê ou que a gente saiba de tudo isso, o processo é esse mesmo, cair e levantar diversas vezes, pois o acerto assim como o caminho em si, só se fazem ao errar ou caminhar.

É deveras básico o fato de que só sabe amar o outro quem aprende a amar a si mesmo, todavia ainda assim insistimos em seguir atalhos ou em fazer o caminho inverso. O maior “problema” com o amor é que ele não se alimenta de migalhas, embora muita gente insista nesse erro. Portanto, se não aprendermos a nos acolher por completo, nossas esquinas mais sombrias, nossos erros e nossas dores, nós nunca saberemos o que é amor de fato. Sim, mais fácil falar do que fazer, mas é possível.
Amor próprio é complexo porque não acontece através do olhar e reconhecimento do outro ou da validação de ninguém. É algo que só depende de nós e que não aprendemos em livros, não tem exemplo em lugar algum a ser seguido. E nós não somos muito acostumados a viver sem parâmetro de comparação. Por isso, é árduo, temos que aprender do zero, sozinhos. E o que sei é que amor próprio não tem a ver com todo aquele romantismo que (erroneamente) costumamos associar ao amor. Não tem a ver com arrogância, paternalismo e muito menos com auto-confiança. O amor próprio é silencioso e nele cabem todas as nossas auto-críticas e inseguranças. Amor próprio tem muito mais a ver com acolhimento do que com afeto, porque o afeto vem do outro. E é difícil mesmo fazer do amor um verbo intransitivo. Contudo é imprescindível acolher todas as nossas partes quebradas, aquilo que nos deixa descontentes, tudo que queremos mudar em nós.

Um dia eu resolvi aprender sobre amor próprio. Foi um processo intenso e árduo, que durou minha vida toda até aqui, mas foi libertador. Foi um período de muita mudança. E mudar dá medo. "Perdi" pai e mãe, mudei de profissão, mudei de empregos, mudei estilo de vida e hábitos, mudei amigos, mudei minhas crenças, mudei de religião, mudei o corte de cabelo, mudei de casa, mudei terapias, mudei tudo isso, mas principalmente mudei de canal e aprendi a sintonizar em mim. Aprendi que meus erros e traumas do passado não me definem. Antes de tudo, aprendi a perdoar meus pais e me senti muito tola por exigir deles o que nem eu sei se um dia poderei dar a um filho. Depois aprendi a me perdoar, assim como eles, eu sei que fiz o melhor que pude com o que me foi dado, mesmo quando meu melhor parecia ser nada ou quase nada. Virei pai e mãe de mim mesma, aprendi a me proteger e que posso (devo) dizer não.

Aprendi sobre a finitude da vida e que sou limitada, muito mais limitada do que imaginava. E precisei também respeitar e acolher essas limitações. Aprendi a olhar para meus defeitos para finalmente entender que tal conceito não existe. Um defeito é apenas uma qualidade esperando para ser lapidada. Então acolhi um por um e aprendi a enxergar o que de bom havia neles, principalmente a escutar o que eles queriam me dizer. Se eu era uma pessoa muito ansiosa é porque um dia eu precisei desenvolver aquilo para sobreviver no meio em que um dia estive inserida. Então foi importante entender e validar isso para então decidir que posso mudar porque agora isso não me serve mais uma vez que, ao contrário de quando eu era criança, o meio agora sou eu que escolho.
Aprendi que sou capaz de mudar o que quiser e me dei autonomia para isso. E a autonomia anda lado a lado com o amor, porque quando nos amamos nos validamos como seres humanos e então descobrimos que o mundo é um grande palco para esse show que é a vida, tudo começa a fazer sentido, os olhos ganham um brilho diferente, nossos pequenos gestos se tornam grandiosos e nos tornamos gigantes. Sim, gigantes pela (em nossa) própria natureza.

No filme Charlie se questiona sobre o amor, ele não consegue entender porque pessoas tão especiais escolhem amores tão fragmentados. A resposta que seu professor de literatura lhe dá é tão certeira e simples, ainda que complexa na prática: “Charlie, nós aceitamos o amor que achamos que merecemos”. E eu acrescentaria também nessa categoria a maneira como aceitamos o amor que temos por nós mesmos.
Assistam o filme e principalmente, leiam o livro será uma experiencia enriquecedora e inesquecível.

E um brinde:
Apenas feche os olhos e escute....
Fonte: Conti Outra, Google, youtube

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Resenha: Além do fake (Nathalie D.A)



“12 de junho de 2009.
Thomas, não sei exatamente como começar e nem como te falar isso, mas vou tentar. Como dizer o quanto eu te amo? Como fazer você acreditar nisso se não nos conhecemos há nem seis meses? Você pode me achar maluca, mas isso ta me sufocando e eu preciso te contar. Que te amo você já sabe, mas o meu amor é diferente, sinto que te amo de uma maneira desigual, um amor diferenciado do existente entre amigos. Em tão pouco tempo você e meu coração bate mais forte por você. É estranho eu amar tanto assim em tão pouco tempo e sem nem mesmo conhecer você. Nem eu acredito e nem sei explicar como fui deixar isso acontecer. Só quero que você saiba que eu daria tudo para estar perto de você, todos os dias se possível. Quero que saiba também que nos últimos dias ando pensando mais do que devia em você e acho que você precisa saber de tudo. Eu não queria contar, estava com medo da sua reação e tenho certeza que isso vai interferir na amizade e não era isso que eu queria, não era mesmo.
Por eu estar sentindo tudo isso eu tomei uma decisão, quem sabe bem maluca. Eu poderia simplesmente tentar tirar isso da minha cabeça, tentar te amar apenas como um amigo, eu já tentei, mas não consegui. Estou sofrendo por causa disso e preciso mais do que nunca de sua amizade nem que seja, mas acho melhor a gente não se falar mais, nunca mais, é melhor “perder contato”. Porque tenho certeza que esse amor vai ficar maior e meu sofrimento vai ser mais do que esse de agora, por favor, me entenda, é só o que te peço como amigo. Se me ama mesmo vai me deixar partir, é para o meu bem. Vou sofrer também agora no começo, mas logo vai passar e não irei me lembrar mais, nunca mais na verdade é o que eu quero, mas o ser humano tem a triste capacidade de guardar lembranças. Irei sentir muita saudade, mas preciso me afastar.

Com todo carinho, Annie.”




Olá pessoal, hoje vivemos em um mundo cada vez mais virtual, tudo é praticamente feito com o auxilio de máquinas, sejam elas para trabalhos específicos, diversão e já nas portas da quarta revolução industrial o PC (muito utilizado em 2009) está ficando cada vez mais ultrapassado. E é nesse período que Annie vive a sua linda história, mas primeiro me diz uma coisa:

Quem nunca teve um Orkut? Fake? Messenger, Facebook? Todos nós já tivemos um perfil na internet, incluindo os perfis falsos, o chamado fake. Era uma verdadeira febre, pena que nem sempre criados com as melhores intenções...


Na internet através de um fake podemos ser o que quisermos conhecer pessoas, novas, formar laços, trocar experiências. Em um desses inúmeros fake que Annie conheceu o Thomas. Viciada em internet desde os 11 anos Annie era uma garota introvertida e com poucos amigos optando viver muito mais o mundo virtual do que o real, Thomas chegou para abrilhantar ainda mais, esse estilo alternativo da garota:




“Nos dias que não falava com ele eu sentia como se estivesse faltando algo, como se eu tivesse esquecendo de fazer alguma obrigação naquele dia. Eu sentia simplesmente um vazio, um buraco em meu peito. Acho que eu ainda não sabia o que estava sentindo, quem sabe até hoje eu ainda não sabia o que estava sentindo , quem sabe até hoje eu não tenha descoberto o que senti aquela vez, mas eu chamava aquilo de vicio, digo, era a única explicação lógica para eu esperar por ele toda noite, por eu desejar suas mensagens sempre antes de dormir e toda manhã ao acordar.”




Amores na internet são formados todos os dias, inúmeras paixões e até mesmo casamentos, Nathalie consegue nos mostrar com uma escrita simples, clara, com uma história de amor, amizade, companheirismo, com um sentimento tão imenso mais ao mesmo tempo tão inocente e com uma reviravolta impressionante nos mostra o quanto isso tudo é mais fácil de acontecer, muito mais do que se imagina não somente entre adolescentes mais entre adultos também. 

A autora o escreveu quando tinha apenas 15 anos baseado em fatos reais e fora publicado na sua forma original, dando muito mais vida a personagem que possui 17 anos. Ao embarcarmos na história com uma escrita simples e objetiva de uma adolescente, impossível não se ver outra vez com 15 ou até mesmo, 17 anos.

Sendo seu primeiro livro aos 15 anos e publicado aos 23, Nathalie promete não parar por ai confira o primeiro capitulo no Whattpad de Um amor de bailarina (confira o link abaixo), além de uma distopia na qual promete ser impressionante, já estou morrendo curiosidade. 


E você, já viveu um amor assim? Um lance? Deixem seus comentários, contem a sua história!
Para você, que está agora vivendo essa situação como seria estudar no mesmo colégio que ele (a)? Ser vizinha dele (a)? Poder vê-lo (a) todos os dias? Como seria ir na casa dele (a) sempre? Poder ver seu sorriso? Conseguir sorrir com ele (a) ali do lado? Como seria essa amizade se não existisse a distancia? Daria certo, sim ou não? Assim como vocês, Annie se fazia as mesmas perguntas.
Além do fake, vem para nos mostrar que o amor está em todos os lugares até mesmo Além de uma tela de computador...



Perfil do face: https://.facebook.com/alemdofake
Whattpad: https://www.wattpad.com/story/114867118-um-amor-de-bailarina


Até a próxima pessoal!
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