Esse é um espaço criado com o intuito de compartilharmos conhecimentos, pois nessa vida além de sermos eternos aprendizes, tem certas coisas que definitivamente....
VOCÊ NÃO PODE DEIXAR DE LER!
Postagens semanais.
Lembrem-se: "Se você não gosta de ler é porque ainda não leu o livro certo."
Autora Kritin Hannah 414 páginas Editora- Novo Conceito
Vencedor do The New York Times #1 em 2013, O Jardim de Inverno conta a história de Meredith e Nina Withitson que são tão diferentes quanto duas irmãs podem ser. Uma ficou em casa para cuidar dos filhos e da familia a outra seguiu seus sonhos e viajou o mundo para tornar-se uma fotojornalista famosa.
Porém seu amado pai ficou doente o que fez com que essa familia a tanto tempo separada se reunisse outra vez ao lado de sua mãe tão fria quanto a neve, Anya que apesar de tudo que está acontecendo, não consegue oferecer nenhum tipo de amor ou consolo, nem sequer uma amizade às suas filhas.
E no meio disso tudo, desse turbilhão de encontros, desencontros, emoções e desamor existe uma promessa feita pelas irmãs no leito de morte ao pai e elas deverão se esforçar ao máximo para que sua mãe faça algo que parece impossível: faze-la com que ela conte a sua extraordinária historia.
Anya tem um motivo para ser assim distante, um segredo guardado por mais de 65 anos, período da Segunda Guerra Mundial.
Meredith e Nina conhecerá finalmente o passado de sua mãe uma verdade que vai abalar tudo que elas pensam.
Você vai começar odiando, no decorrer da jornada irá sorrir, chorar e terminar com uma imensa sensação de quero mais com a história de mãe e filhas que graças a Deus se descobriram no último momento.
Sobre a Autora:
Kritin Hannah é autora de Best-Seller, vencedora de prêmios como Golden Heart, O Maggie e o National Readers Choice.
nascida na Califórnia, foi ainda na infância para Washington, ex-advogada, começou a escrever quando engravidou e teve que ficar de repouso 5 meses. Desde então se tornou uma obsessão.
Hoje vive com o marido e o filho no Havaí.
Considerações Finais:
Família....em qual delas não existem problemas?
Amor.....quem nunca perdeu ou pelo menos julga ter perdido um grande amor?
Quem nunca se arrependeu daquilo que não fez?
Ou quem nunca se arrependeu daquilo que foi necessário ser feito?
Quem aqui seria capaz de tudo por amor? Seja ela fraternal ou não?
Esse livro fala sobre amores fraternais entre duas irmãs, entre elas e o seu pai e apesar dos pesares, apesar de tudo o que a mãe fez e continuou a fazer durante anos elas no fundo as ama assim também.
No inicio quando eu comecei a ler esse livro confesso que fiquei com muita raiva de Anya, não entrava na minha cabeça,eu não conseguia entender como ela podia fazer isso com as suas próprias filhas....até conhecer a sua hist´ria de vida que galera, é nada mais nada menos que um giro de 360° graus!
A história de vida desta mulher é impressionante, o que ela fora capaz de fazer esta além das nossas imaginações principalmente as nossas aqui no Brasil, já que não enfrentamos o frio que há na Russia e graças a Deus não tivemos o desprazer de conviver com o "camarada Stalin". Esse livro daria um filme espetacular, emocionante, surpreendente.
È um livro que nos obriga a nos perguntar: o que faríamos por amor?
E transportando essa história para realidade, nós ouvimos e até muitas vezes presenciamos tantas guerras entre mães e filhas sejam elas barulhentas ou silenciosas, sejam elas quentes ou geladas uma grande e imensa e as vezes injusta nevasca.
Existem gerras nas quais guardamos um rancor, uma magoa para vida inteira, simplesmente não nos permitimos passar dessa fase muitas vezes por medo, por resistência do novo, por achar que estamos cobertos de razão, nos esquecendo que nem sempre a nossa certeza é realmente a certeza absoluta...e assim acabamos por perder grandes chances, oportunidades das nossas vidas.
Temos a mania de transportar para os outros aquilo que simplesmente não pertence a ninguém alem, de nos mesmos e muitos acabam por viver uma vida repleta de infelicidade por isso, que pena.
Esse livro me fez refletir sobre os laços familiares e fazer as seguintes indagações:
Mãe será que você está dando o devido valor a sua filha(o)?
Filho(a) será que você está dando o devido valor a sua mãe?
Será que ambos estão valorizando e aproveitando a cada momento, a cada segundo de suas vidas juntas?
Será que estamos nos tratando e tratando o outro exatamente como deveríamos?
Se a resposta for NÃO corra, ainda dar tempo de mudar......
Eis uma das minhas poesias, diretamente do baú da vovó, em breve.
O tempo não para no porto, não apita na curva não espera ninguém O medo correndo nas veias, deixou tantas coisas para trás e a gente Ficou de mãos cheias com coisas que não valem mais E fica com gosto de usado naquilo que nem se provou A gente dormiu acordada e o tempo depressa passou!
Até a próxima galera!
Esse é um livro
que está fazendo muito sucesso entre os jovens inclusive lançaram até o filme
tem umas três semanas que por sinal é totalmente diferente do livro.
Eu achei que o
livro fosse de terror mais fora um leve engano…O livro é todo recheado de fotos
bizarras de crianças, crianças anônimas que não estavam ali por acaso, eles são
personagens na história, são crianças que possuem poderes e precisam viver
escondidos protegidos da sociedade.
O autor ele
ficava encantado com fotos antigas de crianças que parecem ter saído de um
filme de terror ele é um colecionador de fotografias antigas que ele comprava
em brechós e essas fotos eram anônimas e como ele não sabia a origem delas,
quem são ele criou esse livro baseado nelas.
Vamos a
sinopse:
Jake
Portman é um adolescente de 15 a 16 anos normal esquisitão que possuem uma
relação muito forte com o seu avô que lhe contava histórias sobre o lugar onde
ele foi criado, um orfanato e lá possuíam crianças com superpoderes e para
mostrar que era verdade ele mostrava fotos das crianças...até que o seu avô morre
misteriosamente atacado por um bicho e no leito de morte ele faz um pedido ao
Jake: que ele vá para Inglaterra até o orfanato que o avô foi criado para avisar
as crianças que elas correm perigo.
Qual será
o perigo? Ai só vocês lendo para descobrir....
Sobre o autor:
Ransom
Riggs cresceu na Flórida, mas agora reside na terra das crianças peculiares,
Los Angeles. Ao longo da vida, formou-se no Kenyon College e na Escola de
Cinema e TV da Universidade do Sul da Califórnia, além de fazer alguns
curtas-metragens premiados. Nas horas vagas é blogueiro e repórter
especializado em viagens, e sua série de ensaios de viagem, Strange
Geographies, pode ser lida em ransomriggs.com.
Considerações Finais:
O filme eu
ainda não assistir porém críticos já apontam que o filme segue fielmente o
livro até o meio, até a parte na qual o Jake chega ao orfanato, daí por diante
livro e filme, seguem caminhos completamente distintos.
Inclusive
já existem indagações de que: serão os próximos filmes ocorreram as mesmas
falhas? Pois já existem a continuação desse livro que eu sinceramente não sei
se eu vou adquirir....
Eu achei
que traria para vocês um livro de terror com crianças ainda em homenagem ao mês
das crianças e também ao halloween, porém ele não passa de um ótimo livro de
fantasias e com uma originalidade que são as suas bizarras fotos.
Esse livro
segue um estilo sempre contendo um tipo de personagem essencial para nossa vida
já que todos foram um dia foram crianças e consequentemente adolescentes ou
pessoas diferentes, peculiares que são perseguidas pela sociedade, nada mais
são do que metáforas sobre vários povos que já existiram na antiguidade, pode
ser os ciganos, as bruxas(os), Judeus, Russos, entre outros, mais ao contrário
da história deles esses aqui não morrem na fogueira nem em campos de
concentração e nem na guerra ou emboscadas, eles são ágeis, Super bonitos, Super
fortes, possuem Super poderes, eles tem tantas qualidades que nos dar vontade
de sermos como eles...histórias assim, quando bem contadas são simplesmente um
sucesso e esse é o caso dessa obra, outra qualidade que chamou não só a minha
atenção é a tese adolescente, pois todo adolescente (quem for exceção, sinta-se à vontade para comentar aqui), se sente
ou já se sentiu estranho, incompreendido e até mesmo perseguido em algum
momento da vida, aliás até os adultos se sentem assim as vezes...
E é
exatamente assim que o Jake se sente, pois ele pertence ao gênero YA (ia ei), gênero que pertence a Young Adult, um nome bonito, rebuscado,
chique sabe? Para literatura adolescente.
Young Adult- esse tipo delivros sempre tem um adolescente, isolado, sem amigos, esquisito,
que sofre bullying, que não consegue se encaixar na escola... e em algum
momento ele descobre um mundo diferente, ele descobre que ele não é esse
esquisitão todo, ele não é um ser insignificante medíocre, ele descobre que ele
é especial independente do motivo que pode ser vários, pode ser por se
descobrir muito inteligente ou porque ele é muito corajoso, ou é um bruxo, ou
possuem Super poderes, eles ingressam em sociedades secretas, eles conseguem
fazer coisas que no seu cotidiano nunca conseguiriam: Fazem amigos, arranja uma
namorada, se destacam, enfim qual adolescente nunca sonhou ou ao menos desejou
isso?
Fugir da
sua vida cotidiana, viver um universo diferente, ter ao menos uma chance, uma
oportunidade, se conhecer, se descobrir...todos passam por isso, eu já passei,
por isso os livros são tão importantes, não somente os livros, mais até mesmo o
cinema, são importantes, pois nos ajudam a sair da nossa zona de conforto, nos
ajudam a encontrar o nosso lugar no mundo, nessa fase tão confusa de nossas
vidas, nas quais muitas vezes ainda não sabemos direito o que queremos, quem
somos, o que vamos ser, que rumo tomar, uma fase muitas vezes das quais as
vezes não conseguimos nos identificar, nos encaixar no meio no qual vivemos,
por um motivo ou outro qualquer, ou simplesmente pelo fato de nunca termos
feito parte desse mundo.
Alguém ai
se identificou?
Essa é uma
fase na qual estamos em busca da nossa identidade, da formação do nosso caráter,
por tanto quanto mais ficção, livros e series de qualidade, será mais fácil ainda
de descobrir quem somos, o que queremos ser na vida, tem coisa mais triste,
deprimente do que um adulto que não decidiu ainda o que quer ser ou que desistiu
de procurar?
Valeu
galera, espero que tenham gostado e até a próxima resenha, não esqueçam de nos
seguir para participarem dos sorteios ok?
Era uma tarde de Agosto, 28 de Outubro Anya estava em um ônibus
rumo ao campeonato, ela nunca tinha visto um campeonato antes, era de Futsal,
mais não era por isso que a mão dela suava, suas pernas tremiam e sua
respiração soava ofegante... ele estava lá, more estaria lá
(Ambos não se
tratavam mais assim a muito tempo, porém Anya simplesmente não conseguia tirar
essa expressão da cabeça “more”, mesmo que ela o tenha guardado apenas para si,
mesmo que as vezes ela o pronuncie inúmeras vezes em silencio, era desse jeito
que ela gostava de se lembrar dele).
Ele a convidara para ir ao campeonato depois de tudo ele
ainda queria a sua presença e isso a deixara extremamente feliz.
Anya chegou tímida, desajeitada, afinal estar em um local
muito povoado não fazia muito o tipo da mesma, preferia a sua tranquila e vazia
casa, na qual sempre na sua chegada, estava a sua espera, sua gata e os seus inúmeros
livros, aquele sim, era o mundo dela.
O campeonato correu muito bem, fora um verdadeiro sucesso e
apesar de Anya não entender nada sobre o esporte, ela também não precisava: Ela
estava completamente encantada com Juan, o modo como ele se locomovia, como o
seu desempenho era bom, como interagia com os colegas, como era extrovertido e
principalmente, como os olhos dele brilharam e a expressão da face mudou quando
ele a viu pela segunda vez.
Isso mesmo, Anya e Juan só haviam se visto uma vez, ele pedira
um beijo para ela e a mesma simplesmente não conseguiu fazer isso, ela era
muito tímida, se sentia muito desajeitada. Anya era uma mulher madura, porém
não com muita experiência, obteve alguns relacionamentos com totais insucessos,
o que não ajudou muito para que a mesma se soltasse mais, ao contrário, fez com
que se tornasse ainda mais tímida e com baixa autoestima.
Anya era muito bonita, era morena, estatura mediana, curvas
marcantes e longos cabelos brilhantes, muitos homens se aproximavam dela, todos
com segundas intenções, e nada nobres, ela era uma mulher como poucas, ainda
acreditava no amor e estava a espera dele, sabia dentro dela que o encontraria
em algum lugar, e não dava a menor bola a nenhum deles.
Mais Juan fora diferente: eles se conheceram a distância,
através das redes sociais e apesar da timidez e do jeito reservado de Anya, com
suas investidas logo se tornaram grandes amigos, inseparáveis. Conversavam
sobre absolutamente tudo e ele conseguiu penetrar em um universo que mais
nenhum homem foi.
No início a intenção dele era a mesma de todos, uma noite
apenas e nada a mais, porém a medida que essa amizade foi durando, as trocas de
carinhos, atenções, companheirismo, a suplência de ambas carências que os dois possuíam
e principalmente, o beijo que lhe fora negado na primeira vez em que se viram,
havia mudado tudo. Ele não sabia o que estava acontecendo com ele, já era um
homem vivido, muito mais maduro e bastante safo e agora se via totalmente
despreparado para o presente que acabara de cruzar o seu caminho: sim Anya fora
um presente, afinal ele nunca conhecera alguém assim, dava para sentir o cheiro
do misto da ingenuidade e ao mesmo tempo a malicia de ser mulher, isso o deixará
completamente louco.
As conversas nas redes sociais a cada dia se tornaram mais
intimas, mais intensas, com mais particularidades... nos grupos nos quais
faziam parte todos notavam, dava para sentir o cheiro da hegemonia gigantesca
que existia entre os dois, e isso causo muito incomodo.
Afinal Juan também era lindo, inteligente, extrovertido,
amigo, companheiro, carinhoso, divertido, dono de uma voz apaixonante, possuía uma
legião tão grande de admiradoras quanto a própria Anya.
Juan pouco falava da sua vida, Anya também nunca se importou
em perguntar, ela o tinha do seu lado mesmo que a distância, mais ele estava
ali e para ela isso era o que bastava.
Porém para os inúmeros fãs de ambos isso tinha que mudar...e
um dia numa manhã de Março, Anya acordou as 3:00hrs da madrugada como de costume e o seu”
Bom Dia More”, carregado de carinhos, mimos e declarações não fora postado
naquele dia...aquilo a deixou muito triste, mais ela pacientemente aguardou. O
dia prosseguiu e Juan apareceu como costumeiramente fazei nos grupos,
cumprimentando a todos com alegria, prazer e carinho, porém, quando Anya o
cumprimentou publicamente, fora totalmente ignorada, aquilo a golpeou
duramente.
Sem entender o que estava acontecendo, ela fora no seu
particular cumprimenta-lo e perguntar se estava tudo bem, porém apenas o
silencio fora dado como retorno. Daí por diante se deu ao início de uma longa
jornada de investigações, interrogatórios, seguidos e alimentados por calunias,
fofocas, provocações de ciúmes e um imenso desprezo, até subi para o estágio do
ódio, isso mesmo, afinal não dizem que o amor e o ódio caminho lado a lado?
Passaram-se longos 5 meses e Anya cansou de tentar descobrir
o que acontecera, afinal ela já tinha uma vaga ideia, e essa era uma coisa na
qual a mesma custava a acreditar, afinal ela colocar Juan em um pedestal, seria
um pouco duro ver que ele apesar de tantos predicativos, possuíra uma mente tão
fraca. Durante esse tempo Juan pareceu se acalmar, pareceu perceber que, seja
lá o que foi passado para ele, talvez não fosse tão verdade assim, talvez nem houvesse
verdade nenhuma nisso.
Durante esse período, Anya continuava a cumprimenta-lo
religiosamente nos mesmos horários que ambos faziam, mesmo não sendo
correspondida, pois acreditava que cada um só dar aquilo que tem e que ela não
poderia exigir de Juan aquilo que no momento, não conseguia dar, ela ao
contrário, transbordava dentro de si e sentia a necessidade de colocar para
fora, quantas vezes ela se declarava, inúmeras cartas lindas de amor, mesmo
sabendo que não receberia o mesmo de volta? Mais Anya não se importava, ela só
queria poder botar para fora aquilo tudo, esperando que quem sabe assim esse
sentimento louco não passasse, mais não passou...
O que passou fora o tempo, e um belo dia Juan finalmente
decidiu responder os cumprimentos diário dela, Anya não acreditava no que lia,
achou que fosse alguma brincadeira de mal gosto de outrem e foi necessário que
Juan a chamasse de um nome que ela desejou ouvir, ler a muito tempo: “more” ...
Anya chorou muito, muito mesmo, como uma criança, mais esse era um choro
diferente, afinal não houvera um dia sequer depois que essa amizade fora
rompida que Anya não se deixasse afogar em lágrimas de tristeza, mais essas não
eram de tristeza, eram de alegria, de muita felicidade.
Porém Juan ficara diferente, frio, distante, não a chamava
mais pelo apelido que o próprio criara para ambos, Anya descobriu que ele
casara-se, nesse período no qual eles se distanciaram, ele casou-se e isso
acabou abrindo em Anya um completo espaço para as dúvidas, será que ele
realmente me amava?
Será que foi tudo ilusão da parte dele? Será que ele
simplesmente agirá sem pensar? Aquilo tudo estava acabando com ela, mais mesmo
assim, o amor que nascera dentro dela era tão grande que a mesma o queria
feliz, mesmo que essa felicidade não fosse ao lado dela.
Anya entrou no jogo: passou a cumprimenta-lo menos, rompeu
com a sua muitas vezes, incontrolável vontade que sentia em expor os seus
sentimentos, enfim ela mudou externamente, assim como fazem todos os corações
que são despedaçados. Ela nunca contou a ele que soubera do seu casamento e
como não conseguira arranca-lo do peito, decidiu seguir, sozinha, esperando que
um dia esse amor impossível simplesmente passasse.
E hoje depois de tanto tempo, lá estava Anya de novo no ônibus,
a caminho de encontra-lo, feliz, ansiosa, nervosa, triste, tudo isso ao mesmo
tempo, não esperava nada dele além da amizade dele, ela nem queria mais saber o
que desencadeara tudo isso, o importante era que ele a queria perto dela, e vocês
podem até não acreditar, mais a amizade dele era o suficiente para alimentar o
seu coração de Anya.
E quando os dois olhos se encontraram, ela não teve dúvida:
ele a amava, apesar de tudo, sim ele a amava. O campeonato acabou, e a turma
decidiu comemorar o seu sucesso em um bar, Anya sentou-se tímida de frente par
Juan, ele não conseguia tirar os olhos dela, ela não conseguia encara-lo, tudo
que ela queria ela correr para os braços dele, dar aquele beijo que ela não deu
no ônibus e perguntar porque ele demorou tanto, porque? Mais ela não conseguiu.
Ao levantar-se para ir ao banheiro depois de alguns drinques,
no retorno a mesa, para sua surpresa, la estava ele, na porta do banheiro. Eu
jamais estaria aqui por minha causa, no mínimo deve estar na fila – pensou.
Mais contra todas as expectativas e circunstancias, Juan agarrou-lhe
em um beijo apaixonante, quente, úmido, mais ao mesmo tempo tímido, saudoso,
cheio de desejo contido. Eles passaram o que pareceu ser uma eternidade, um
sentindo a respiração do outro, os lábios, a pele, o cheiro, a cintura, os
cabelos, o volume, a umidade, um do outro.
Ela simplesmente queria congelar aquele momento para sempre,
esquecer tudo o que aconteceu, esquecer toda magoa, sofrimento, dor, esquecer o
que descobrira, apenas passar por cima de tudo e todos e ficar ali nos seus
braços por um minuto que pareceu ser para sempre. Mais logo ela precisou voltar
a realidade, o beijo, o momento acabou, e eles seguiram como se nada tivesse
acontecido, mais os olhos, as expressões, as línguas, os sexos, eram
testemunhas suficientes para que não se esqueçam jamais.
Mais agora ele estava casado, ela não se sentiu no direito
de estragar o que ela julgou ser “felicidade”, ela decidiu não interferir,
simplesmente decidiu sair da sua vida.
Mais como o destino nem sempre são nossos fieis amigos, Anya
recebeu uma proposta quase irrecusável de fazer parte do campeonato, o que para
ela além de ser uma ótima oportunidade de trabalho, era também a chance de
estar perto de Juan.
Ela simplesmente não resistiu, aceitou imediatamente, mesmo
sabendo que poderia ser um sofrimento para o seu coração está tão próximo a ele
e ainda assim, tão distante de seu coração ou será que não?
Devo está louca em te dizer as coisas nas quais estou prestes a lhe
dizer,
Afinal foi só uma vez.......uma única e bendita vez e nada mais!
Mais…nossa,
que vez!
No
fundo sei que tudo não gira em torno de apenas um breve espaço de tempo
Sei
que no fundo há muito mais que isso dentro de mim
Quanto
tempo faz?
Ou talvez nem tanto assim....
Você
chegou tímido, arteiro, divertido, criativo, carinhoso, amigo.
Eu
reservada, trancada, cismada, dez esperançosa, ferida
Sim.
Ferida, essa é a palavra certa
Ferida
com a vida, pessoas, sentimentos, expressões, coisas
Ferida
até mesmo comigo mesma
Mais
você não desistiu....
Com
bastante calma, sapiência e principalmente muita diversão e vontade de viver a
vida
Você
foi conquistando o seu espaço de amigo, companheiro, confidente e confessor
E
no fim você se tornou apenas uma eterna e maravilhosa lembrança
Lembrança
de várias postagens divertidas, as vezes excitante, outras inocentes,
Particularidades
de nós dois, unicidades de inúmeras boas e velhas madrugadas
Porém
não posso também me esquecer da saudade, crua, fria cruel que teima em me
torturar
Mais
que desaparece no exato minuto em que olho ouse o celular tocar e é você
Sinto
meu coração se encher como um sol preenche todas as manhãs e
E
assim vou seguindo esperando, pensando....
Fechando
os olhos e me transportando até te reencontrar.
Considerações Finais:
“Baseado nas
mais diversos depoimentos sobre lindas histórias de amor em meio as madrugadas que ocorrem nos What Zap da vida e através das velhas e boas cartas de amor.”
“Meggie
puxava com tanta impaciência que ele deu uma topada com o dedão do pé numa
pilha de livros. E no que mais poderia ser?
Havia livros
espalhados por toda a casa. Eles não ficavam apenas nas estantes, como na casa
das outras pessoas. Não, ali eles se empilhavam debaixo das mesas, em cima das
cadeiras, nos cantos do quartos. Havia livros na cozinha e no banheiro, em cima
da televisão e dentro do guarda-roupa, pilhas pequenas, pilhas altas, livros
grossos e finos, velhos e novos... livros. Eles acolhiam Meggie de páginas
abertas na mesa do café da manhã, espantavam o tédio nos dias cinzentos – de vez
em quando alguém tropeçava neles.”
Cornelia Funke,Coração de Tinta
Mortimer,
ou melhor dizendo “Mo”, é um encadernador de livros que além de fazer um
excelente trabalho possui um dom muito especial... ao ler em voz alta, dá vida
as palavras, e coisas, seres, pessoas saem das suas histórias como num passe de
mágica. E vem cá: Quem aqui nunca desejou isso?
Que
maravilhoso seria se os seus personagens favoritos ganhassem vida, isso mesmo,
saissem dos livros... pena que para Mo, Meggie, Dedo Empoeirado, Elinor essa
fantasia não tenha sido tão boa assim...
Vamos a sinopse:
È
que numa noite dessas, quando Meggie sua filha ainda era muito pequenina, a
lingua encantada de Mo trouxe à vida alguns personagens de um livro chamado
Coração de Tinta e acabou mandando para lá sua esposa.
Meggie
cresceu sem saber absolutamente nada até que um dia aparece um estranho com roupas
gastas tipo um artista de circo e no ombro carregando um bicho de estimação com
chifres, em meio a muita, muita chuva.
Para
Mo ele é um velho conhecido, o mesmo então é convidado a passar a noite lá, -
afinal a muito o que conversar.
Na
manhã seguinte Mo chega decidido e diz a Meggie que eles precisam viajar
imediatamente, ela desconfia e acha tudo muito estranho, mas Mo informa que
apenas iram fazer uma visita de trabalho para uma tia distante Elinor, uma
bibliomaníaca como o pai, que nunca tivera outros filhos além do papel e tinta
que vem dos seus próprios livros, e mais uma coisa: ela não gosta muito de
crianças.
È o
começo de uma aventura perigosa, cheia de acontecimentos impressionantes,
reviravoltas imprevistas, aprendizado que com certeza, eu aposto que vai mudar
para sempre a ideia que Meggie tem sobre os livros e suas histórias.
E
a sua ideia? Será que vai mudar também?
Sobre a Autora:
Coenelia
Funke nasceu em 1958, em Dorsten, na Alemanha, escritora especializada em
literatura infanto-juvenil, já publicou mais de cinquenta livros para esse
público, pelos quais recebeu diversos prêmios literários.
Este
livros faz parte da Trilogia Mundo de Tinta – cujo primeiro volume, Coração de
Tinta, adaptado para o cinema, tornou-se um Best-Sellers mundial, com milhões de
exemplares vendidos.
Considerações Finais:
O
filme também é muito bom, mais como sempre o livro é melhor, ele merecia ter
continuação, assim como houve com o livro.
Eu
ainda não li os outros dois, mas com certeza pretendo ler.
A
Cornelia ela consegue nessa obra, despertar o nosso interesse pelos livros,
tanto através da paixão que os seus personagens principais possuem como também
através de passagens de outros livros..., isso mesmo: a cada capitulo ela
coloca um breve dialogo de um outro livro, aguçando assim a nossa
curiosidade...
“Meu bem –
disse minha avó finalmente. – Você não está triste porque terá que continuar a
ser um rato pelo resto da vida, não é?
- Para mim
tanto faz – respondi. – Não tem a menor importância quem a pessoas é ou qual é
a sua aparência, contanto que alguém a ame.”
Olá galera, como vão? Agora foi comprovado, rsrsrsrsrsdrsr Eu particularmente já desconfiava, mais nada de menosprezar o papai hein? Confiram: Estas são as conclusões de um estudo sobre o papel da seleção sx na evolução da inteligência humana elaborado por um grupo de cientistas do Departamento de Antropologia da Universidade de Coimbra. Estes cientistas procuram agora localizar o gene da inteligência. Em declarações, um dos elementos da equipa de investigadores da Universidade de Coimbra, Hamilton Correia, explicou que “contrariamente à teoria atual, segundo a qual a inteligência é determinada por cerca de uma centena de genes”, os cientistas de Coimbra descobriram que afinal “existem apenas um ou dois genes responsáveis pela inteligência de cada um e que estes genes proveem da mãe”. “À semelhança do que já se tinha verificado nos estudos com ratos, também nos humanos são as mulheres que transmitem os genes da inteligência aos seus filhos”, explica Hamilton Correia, adiantando que “se tivermos uma mãe inteligente temos 80% de possibilidades de também sermos inteligentes”. Este trabalho, desenvolvido ao longo de dois anos, teve por base uma amostra de 66.598 casais portugueses vem, também, mostrar que os homens dão uma importância maior à inteligência do que as mulheres. “As análises que efetuamos em relação ao casamento na sociedade portuguesa mostram que os homens preferem casar com mulheres até três vezes mais inteligentes”. O investigador esclarece, porém, que este estudo não vem provar que as mulheres são mais inteligentes que os homens ou vice-versa. “A média de inteligência geral não é diferente entre os dois sx, contudo os casos de extremos verificam-se mais no sx masculino, ou seja, existem muito mais gênios e deficientes mentais no sx masculino”. Os resultados do estudo efetuado pela equipa coimbrã revelam que “pode existir uma razão biológica para que o insucesso escolar seja sobretudo um problema do sx masculino”. Por conseguinte, e como explica Hamilton Correia, quando o gene da inteligência for localizado “muitos dos problemas associados a dificuldades cognitivas, como o insucesso escolar, poderão ser resolvidos”. O estudo realizado pela equipa composta, além de Hamilton Correia, pelos professores Manuel Laranjeira e Paulo Gama Mota foi publicado no número de Abril da revista britânica de ciência social “Journal of Biosocial Science” da Universidade de Cambridge ESTUDOS EM CURSO
O Departamento de Antropologia da Universidade de Coimbra está a desenvolver mais três estudos relacionadas com a inteligência. Um destes estudos tem por objectivo determinar se há uma relação entre o peso de uma criança quando nasce e o seu desempenho escolar. Outra investigação também relacionada com o sucesso escolar procura saber qual é a relação entre a medida do cérebro e as notas obtidas pelas crianças e adolescentes na escola. O terceiro estudo está relacionado com a hereditariedade da inteligência e visa estabelecer uma relação entre as notas que as mães tiveram quando andavam na escola e as notas obtidas pelos seus filhos. Nenhum destes estudos está ainda completo, mas o Departamento de Antropologia espera poder publicar alguns resultados dentro de dois ou três meses. Meninas esta provado, somos nós mulheres que transmitimos a inteligencia e não os homens, a inteligência é hereditária e somos nós que a transmitimos, sem se darem conta os homens comprovam isso mesmo pelos seu atos, afinal eles procuram de forma inconsciente mulheres 3 vezes mais inteligentes que ele para serem as mães dos seus filhos, por trás de um grande homem há sempre uma grande mulher. Fonte: Filosofia de Mulher
Ainda em homenagem ao mês das crianças, resolvemos abordar um assunto pouco batido e até mesmo a depender,polemico:
Mas a verdade é queser responsável pela educação emocional das crianças não é uma tarefa fácil. Ou seja, fazer uma criança entender que os sentimentos têm tantos tons quanto as cores, mesmo que não os vejam, pode parecer algo complicado. As emoções desempenham um papel determinante na hora de transformar uma criança em um adulto feliz e de sucesso. Contudo, se o desenvolvimento emocional de uma criança se desvia, sofrerá como consequência uma grande variedade de problemas pessoais e sociais ao longo da sua vida… Neste caso estaremos criando crianças vulneráveis em vez de crianças fortes.
“Martin é uma criança de seis anos cujos pais estavam passando por um processo de divórcio muito nocivo. O pai de Martin insistia para que ele pegasse um voo para visitá-lo em Boston todos os fins de semana, enquanto a sua mãe tinha a custódia durante a semana em Richmond, Virginia. Martin mal falava durante toda a viagem de ida de duas horas e meia, e insistia em ir para a cama assim que chegava a qualquer uma das suas duas casas. Depois de dois meses deste sistema, Martin começou a se queixar de dores no estômago, e sua professora apontou que na escola ele quase não falava com ninguém.
Durante a audiência de custódia, o advogado de Martin lhe perguntou:
– Como você se sente visitando seu pai todos os fins de semana?
– Não sei – respondeu Martin.
– Bom, você fica contente de ver o seu pai quando chega a Boston? – perguntou seu advogado, controlando as suas próprias emoções e procurando não induzir Martin a uma ou outra resposta.
– Não sei – voltou a responder Martin, com um tom monótono que mal se ouvia.
– O que você me diz da sua mãe? Você se sente bem vivendo com ela durante a semana? – perguntou o advogado, percebendo que obteria uma única resposta de Martin durante o procedimento. – Não sei – disse Martin, mais uma vez, e nada no seu comportamento sugeria que soubesse.”
Um bom exemplo do que pode significar a aquisição destas habilidades para criar crianças fortes está no livro “Inteligência emocional para as crianças”de Shapiro Lawrence que acabou de ser exposta acima.
Isto funciona assim porque as palavras que descrevem as emoções estão diretamente conectadas com os sentimentos e a expressão fisiológica e emocional destes(por exemplo, uma criança precisa saber que a angústia se associa a uma leve alteração do pulso, um aumento da pressão sanguínea e grande tensão no corpo).
Assim como vimos claramente neste exemplo, isso provoca um sofrimento muito elevado que não se deve permitir às nossas crianças. Acontece que a capacidade de uma criança para traduzir suas emoções em palavras é indispensável para a satisfação das necessidades básicas. Se ensinamos as crianças a se expressarem emocionalmente, pouco a pouco irão se transformando em crianças fortes
A consciência emocional é o melhor veículo para a mudança em nossas vidas. Precisamos ser conscientes daquilo que nos provoca sentimentos frustrantes e negativos, ou positivos e prazerosos, para encontrarmos as formas de fomentá-los, compreendê-los e controlá-los.
Se conseguirmos isso, conseguiremos que as crianças (e os futuros adultos) sejam capazes de ter sentimentos sobre os seus próprios sentimentos, isto é, serão crianças fortes. Apesar de parecer redundante, esta habilidade é importante para ser um comunicador emocional habilidoso e, portanto, fortalecer o seu próprio eu interior e social.
A consciência emocional tem que ser a base da força infantil
Assim, ainda que possamos aprender a linguagem das emoções durante a vida toda, as pessoas que a falam desde a juventude a expressam com mais clareza. Portanto, mostram-se mais competentes emocional e socialmente falando, o que lhes abre portas para o sucesso vital e a realização dos seus sonhos.
Portanto, fica totalmente justificada a “obrigação” moral que todos temos de cultivar este aspecto vital nas nossas crianças, pois só criando crianças fortes evitaremos ter que reparar tantos adultos quebrados pela solidão, pela desconfiança e pelo desamor por si mesmos e pela sociedade.
Fonte: Fãs de Psicanalise
Considerações Finais:
Pois é galera através desse livro nós vemos como a comunicação, a consciência e o cultivo da linguagem emocional possuem importância vital para a formação de crianças fortes, impedindo assim que eles sejam adultos destroçados pelas eventualidades nocivas da vida.
Feliz daquela criança que consegue desde cedo esses predicativos, alguns já nascem com a aptidão natural para isso, outras não, por isso parabéns aos pais que ajudam elas a se desenvolverem dessa maneira maravilhosa facilitando assim, a realização dos seus sonhos.
O autor do livro O idioma das criançaslamenta que a brincadeira perca espaço para passatempos que são simples entretenimento, como videogames e outros atrativos tecnológicos, o que acarreta um prejuízo à capacidade de elaborar conflitos. – As crianças estão mais expostas à melancolia já que não têm como reparar aquilo que as faz sofrer – explica Lutereau. Que tipo de mensagem o intenso consumismo de nossa época pode estar transmitindo às crianças?O consumismo não tem mensagem, é uma ordem vazia de acumulação, de posse e descarte. O principal problema da atitude consumista é quando não se vincula apenas a objetos, mas também a pessoas. Desde pequena, a criança pode se acostumar a tratar os outros como descartáveis e as relações humanas como recicláveis e sem profundidade. O capitalismo atual é muito diferente daquele que se seguiu à Revolução Industrial. A sociedade pós-moderna não é utilitária, mas cínica, e este cinismo pode atingir as crianças se não levarmos em conta o importante papel da educação. Por exemplo, alguém poderia dizer a uma criança que ela não deve roubar porque pode ser presa, e isso não é mais do que um conselho prático. Na realidade, o fundamental é ensinar que ela não deve roubar porque assim prejudicará alguém. À moral de conveniência de nosso tempo, é preciso voltar a se opor uma ética da lei. Por que a tristeza da criança é diferente da tristeza do adulto?Porque nas crianças a possibilidade de perda é muito mais angustiante. Um adulto já está preparado para fazer uma relação entre o que se perde e o que permanece, através do luto, mas a criança costuma dramatizar essas perdas como absolutas. Além disso, a perda na infância pode acarretar um intenso sentimento de culpa – a criança acredita que fez algo errado ou foi má. A maneira como os adultos devem lidar com a tristeza das crianças é no sentido de reduzir o sentimento de culpa, permitindo que a brincadeira seja uma via de exploração das fantasias que as afligem. Esse território intermediário oferecido pela ficção, entre o interno e o objetivo, permite que a criança veja que seus temores não são tão intensos e que, além disso, são passageiros. E também que ela pode compartilhá-los com o outro sem ter medo de represálias. O mais importante na vida de uma criança é ter com quem brincar. Em um artigo sobre a melancolia infantil, você escreveu que "começamos a temer o tédio como o mais urgente de todos os males e, no caso das crianças, nos preocupa muito mais que tenham algo para fazer do que pensar na plenitude do que fazem". Pode falar um pouco mais sobre isso?Hoje em dia, parece muito mais importante ter uma vida exitosa do que uma vida autêntica. Dito de outra maneira, a sociedade contemporânea se baseia no efeito e não tanto no sentido. Desde muito cedo, as crianças são incluídas em práticas que ocupam o seu tempo, sem que isso implique uma "temporalização". Quando o tempo não está "ocupado", elas se sentem vazias e se aborrecem. Pedem para ser estimuladas. Inclusive os pais planejam suas viagens de férias considerando lugares que tenham recreação para seus filhos. Na tradição ocidental, o tédio e o aborrecimento não representaram apenas um tempo perdido, mas também uma passagem para a lucidez e a criação. A sociedade contemporânea, baseada na agilidade, esquece que o homem é a projeção no mundo da sua capacidade de invenção, e isso se reflete na infância como uma perda crescente da experiência lúdica. A brincadeira, antes de ser uma atividade, é uma ação que a criança inventa repetidas vezes. A brincadeira é o modo como a criança se inclui em um tempo próprio, e não uma temporalidade objetiva que prejudica o seu desenvolvimento. Os adultos têm enfrentado dificuldades para lidar com alguns sentimentos das crianças, como a tristeza, a raiva, a frustração?Sem dúvida. Hoje nos encontramos com uma particular intolerância a respeito das emoções das crianças. Uma ideia própria da psicanálise, a de que a criança cresce através dos conflitos, é abandonada diante da expectativa de que ela sempre deve estar alegre. O imperativo do bem-estar, estendido à infância, leva o adulto a se assustar e a não saber como agir em situações normais, como as que demonstram a presença, na criança, de um sentimento de culpa inconsciente: por exemplo, as crianças são tachadas de instáveis ou impulsivas, quando esses estados expõem um traço particular do desejo infantil, o desejo de ser castigado. Um grande problema do nosso tempo é a intensa vigilância da infância em função de padrões adaptativos, como rendimento escolar, hábitos de higiene e costumes, e não baseada em seus próprios critérios de crescimento. Fonte: ZH Vida
Hoje
deveria ser sem dúvida o dia de Heróis…pois o escritor muitas vezes ele é o
nosso herói, quem nunca se emocionou com uma bela história? Seja ela em suas
tradicionais páginas ou até mesmo televisionada (mesmo não sendo passada
integralmente igual ao livro), ou através de uma peça teatral?
Isso
mesmo, qualquer história começa com um pensamento, ideia, daí para escrevermos
é uma linha muito tênue.
Escrever
é esquecer já dizia Fernando Pessoa, porém não somente esquecer, mais ali
também nascer, e porque não?
Ali
colocamos todo o nosso amor, sentimentos, dúvidas, desapontamentos,
felicidades, ensinamentos…ali temos a oportunidade de vivermos uma história
diferente ou quem sabe até mesmo dar um rumo totalmente novo a ela…lá nós
conseguimos encantar, que coisa linda ver olhinhos brilhando, se deliciando,
repetindo inúmeras vezes a nossa história, compartilhando com todos.
Os
escritores esses "heróis", conseguem muito mais do que qualquer
terapia, eles nos tiram da nossa zona de conforto, nos fazem questionarmos, a
vida, a sociedade, a política, o amor, a família, a nós mesmos......nos
transporta para lugares novos, momentos, sentimentos....
Muitas
vezes nos fazem sermos pessoas um pouco melhores a cada história que decidimos
acrescentar na nossa história.
Ler
é isso! E viajar, é sonhar, é amar e ama, e amar, e amar, quantas vezes forem
necessárias, mais principalmente recomeçar quantas vezes quiser.
Parabéns
para os Heróis (escritores), que possuem a magia nas mãos, no coração, no
corpo, na mente, no espirito….
Parabéns
para Nós que somos eternos sonhadores e conseguimos fazer inúmeras pessoas
sonhar conosco.
13
de Outubro - Dia Mundial do Escritor
Autoria:
Lindaia Campos
#vcnpdeixardeler
Obs.:
Desculpem-me a improvisação galera, mais é o que temos para hoje!
Ainda no
clima do Dia das Crianças, pois para o Você não pode deixar de ler, dia da criança é todo dia!
E para marcar
ainda mais esse mês no qual estamos homenageando-as com inúmeras matérias sobre
essa galerinha linda, guardei a resenha desse livro que tenho desde 2009, obra
que apesar de simples é maravilhosa para quem quer curtir com os seus filhos
antes de o mesmo completarem 10 anos ou quem sabe até a idade adulta...porque
não?
Afinal como
eu costumo dizer...idade é apenas uma questão de estado de espirito e nada
mais, então eu sempre opto por manter o meu espirito sempre jovial e você?
Bom, vamos a Sinopse:
101 ideias para curtir com seu filho
(antes de ele completar 10 anos), nada mais é que uma espécie de mistura, um
almanaque e guia de ideias, este livro traz uma lista de atividades para os
pais fazerem com seus filhos desde pequenos. Usando sua experiência de mãe e de
jornalista especializada no universo infantil, a escritora resgata brincadeiras
antigas e sugere novas, adaptadas aos espaços menores e ao pouco tempo livre
dos adultos. Como criança aprende tudo brincando, 101 ideias vais funcionar
como um manual para os pais preocupados em curtir e educar os seus filhos.
E o melhor
é que tudo vem com uma linguagem simples e até mesmo com instruções e ideias
que você pode fazer em casa e com um custo tão baixo! As vezes nós mirabolamos
tanto as coisas, as tornamos difíceis, as tornamos caras, as tornamos muitas
das vezes inatingíveis e esquecemos que as melhores coisas da vida estão na
simplicidade galera, na boa e velha simplicidade....criança fica feliz com tão
pouco, nós os pais que nunca estamos satisfeitos com nada, sempre achamos que
os nossos filhos merecem grandes produções ou é melhor simplesmente não
produzir nada, nos preocupamos com o que o vizinho vai achar, o (a) colega de
trabalho, a nossa família, os mais chegados iram achar e acabamos não focando
em quem realmente interessa esse achar: a criança e a mais ninguém.
E esse
livro ensina coisas tão simples que deixaria qualquer criança feliz pois tudo
que essa galerinha quer é curtir um dia diferente, animado e se for ao lado de
pais que topam entrar no clima…tudo ficará melhor ainda!
Sobre a autora: Paula Perim é jornalista e
fotografa. Trabalhou na MTV e em diversas revistas. Atualmente é editora-chefe
da revista CRESCER, da editora Globo. É mãe de Júlia, de 10 anos, e Beatriz, de
9. E jura que já curtiu com as filhas quase todas as 101 dicas que estão neste
livro.
Dentre essas 101 ideias resolvemos fazer
um Top 12 para vocês:
Capitulo 1: Porque se Sujar é uma Delicia
Lava-Rápido
Mesmo que
você se considere quase sócia do lava-rápido da esquina, aproveite um dia de
sol e faça esta proposta às crianças. As menores também vão enlouquecer com a
possibilidade de colocar as mãos (e inevitavelmente, os braços) num balde cheio
de espuma. Se você tiver uma luvinha de lã velha, será mais divertido ainda!
Apenas preste atenção no sabão que vai usar: pode parecer absurdo, mas vale
comprar um xampu baratinho para cabelo, para não maltratar a pele do seu filho.
Depois do sabão, é hora de enxaguar o carro com o esguicho, e ai pode preparar
o banho, porque a brincadeira só acaba quando todos estiverem ensopados!
Capitulo 2: Porque de vez em quando
pode
Fazer uma festa-acantonamento
Não vá
dizer que sua casa é pequena e não dá para acomodar as crianças. Coloque um
colchão colado no outro, a metade da turma no quarto e a outra metade no
escritório. Ou afaste os móveis da sala e coloque todo mundo lá. È uma forma de
fazer um aniversário diferente: uma festa-acantonamento. Peça colchões
emprestados e coloque no convite que as crianças devem trazer lençol e
cobertor. Numa sexta-feira, pegue as crianças na escola com um ônibus
contratado (ou com a ajuda dos amigos e familiares que tenham carro) e leve-as
para casa. O ideal é que tenham por volta dos seis anos. Deixe massas de pizza
e ingredientes para decora-las separados e peça ajuda delas. Cada uma faz a
sua. Depois é hora de cantar “Parabéns” e comer bolo. Então comece a preparação
para a noite. Primeiro, tomar banho (três de cada vez – essa parte é realmente
uma loucura!). Depois você pode propor um desfile de pijamas, com direito a
muitas fotos. Para acalmar as crianças e iniciar a tentativa de fazer as vinte dormir,
prepare uma sessão de cinema. No meio do filme algumas já vão pegar no sono.
Depois cada uma vai para seu lugar – previamente combinado. Pode ser que
algumas ainda resistam a se entregar ao sono. E hora de ler uma história. Aos
poucos todos vão dormir, até você acredite! De manhã, uma boa dica é preparar
uma cestinha individual para um café-da-manhã-piquenique. Até os pais chegarem
para pegá-las, você pode propor uma oficina de porta-retratos de madeira.
Assim, cada criança pinta o seu enquanto você imprime uma foto da turma toda
junta, de pijama, para cada uma levar de recordação. É uma loucura tudo isso,
mas garanto que a festa será inesquecível!
Tomar Chuva
É bom
demais, e ele vai descobrir isso, com ou sem você! Portanto, aproveite a
próxima chuva em dia quente e saia correndo com ele por aí. E depois corram
para o banho – ninguém fica doente de alegria!
Capitulo 3: Porque vai ser muito útil
Brincas sozinho
Pode parecer
um contra-senso este item em uma lista que se propõem a dar ideias do que fazer
junto com as crianças, mas não é. Para alguns, você nem precisa fazer a
proposta. Quando se dá conta, elas já estão com seus bonequinhos inventando
histórias – até falando sozinhas -, ou dançando na frente do espelho, ou
escolhendo uma fantasia para colocar (que pode ser a sua roupa!), ou fazendo um
desenho, ou montando um quebra-cabeça. Mas, se seu filho não tem esse hábito,
você pode ajudá-lo a começar a brincadeira e depois deixar que ele continue. É
importante aprender a usar o tempo, independentemente da coordenação de um
adulto (sempre com supervisão, é claro). Ficar bem sozinho também é algo que se
pode aprender brincando.
Capitulo 4: Para dias de chuva
Cabra-cega
Sucesso
entre as crianças, mesmo as menorzinhas. Você só precisa de um lenço para
vendar os olhos do pegador, do espaço da sala (mesmo que tenha que arrastar o
sofá) e de cuidado para o seu filho não tropeçar no tapete!
Capitulo 5: Para sair de casa
Desenhar com água e pincel no asfalto
Bem
simples e divertido para os dias quentes. Você só vai precisar de um baldinho
com água e pincel bem grosso. E uma rua tranquila….
Capitulo 6: Para não esquecer jamais
Pular Ondas
Aquele ser
tão pequenininho e aquele mar gigante...
Enfrentar
as “enormes ondinhas” da beira da praia, segurando as mãos do seu filho, é mais
uma daquelas imagens que ficam gravadas para sempre. E, a cada verão, vocês vão
um pouco mais para o fundo – sim, ele já consegue! Até o dia em que vocês estarão
lado a lado esperando a onda chegar para pegar jacaré!
Capitulo 7: Porque ele vai adorar
conseguir fazer
Costurar uma Almofada
Os meninos
também podem aproveitar muito esta atividade. Além de deixar seu filho bastante
orgulhoso por fazer uma almofada “sozinho”, ainda favorece a coordenação motora
fina, aquela que bem treinada, pode ajudar muito quando chegar a hora de
aprender a escrever. Prepare os materiais: dois recortes de 30 cm x 30 cm de um
tecido que seja fácil de perfurar, uma agulha grande e mais grossa, linha de
bordado e espuma para rechear a almofada. Ai é só costurar toda a volta pelo
avesso do tecido e deixar um espaço de 10 cm para colocar a espuma. Depois vire
a capa, preencha com a espuma e costure para fechá-la.
Capitulo 8: Porque ele vai lhe
agradecer depois
Ler um livro com mais de 100 páginas
Ler
sempre, desde que eles eram muito pequenos, com frequência e entusiasmo!
Além de
cuidar da alimentação e do sono do seu filho, este é um dos cuidados que
certamente ele vai valorizar e aproveitar muito quando crescer. O desafio de
encarar um livro grande, sem tantas figuras, também pode começar com você. Leia
um pouco a noite. Que tal Reinações de
Narizinho, lá pelos seis ou sete anos? Os textos de Monteiro Lobato são
muito ricos, tem tanta imaginação e fantasia que a criança consegue “ver” a
história.
Colecionar coisas
Logo ele
vai descobrir algo que queira colecionar, mas, se não acontecer, você pode
propor e, mais do que isso, curtir a coleção com ele. Algumas sugestões:
folhas, pedras, os clássicos selos (a cada dia mais raros), tampinhas,
figurinhas. Vale tudo!
Capitulo 9: Porque vocês merecem
Ensinar o prazer de se ter uma paixão
Pode ser
um esporte, por animais, por livros, por plantas, pintura, fotografia, pelo o
que for. A vida fica mais completa – e nunca ficamos sozinhos – quando temos
algo que amamos.
Esconder um bilhetinho na mochila dele
Com um desenho ou uma frase, quando ele encontrar o bilhete na escola será uma grande surpresa. Um carinho que ele vai lembrar para sempre.
Considerações Finais:
Bom galera
então é isso, eis ai 12 das 101 ideias que vocês podem fazer juntinhos com os
seus pequenos, espero que tenham gostado e caso queiram mais…só lendo o livro
para saber!
Eu
particularmente já fiz algumas dessas coisas ai e muito mais...e vocês?
Postem
aqui a sua foto do que fizeram com seus filhos ou entes queridos no dia das
crianças, vamos juntos fazer um grande álbum virtual?
Agora as regras são:
Se inscrever no blogVocê não pode Deixar de Ler os selecionados faram
parte de um grande álbum coletivo aqui no dia 31/10/2016, fechando esse mês da
criançada com chave de ouro!