terça-feira, 10 de outubro de 2017

Vitrine: Todo defeito é uma qualidade esperando para ser lapidada


Olá pessoal, como estão? Espero que bem. Desde a primeira vez em que visualizei esse livro na Saraiva e li a sinopse pensei: tão eu. 
O teno passou e As vantagens de ser Invisível acabou por apenas fazer parte da minha lista e nada mais, virou um sucesso chegando aos cinemas e ao realizar minha rotineira pesquisa de campo pensando em o que trazer para nossa vitrine, encontrei no site Conti Outra um texto que além de retratar profundamente o que esse livro significa, a forma todos os "invisíveis" se sentem e o quanto Charlie tem mais em comum conosco do que qualquer um de nós  suponha.
Me vi descrita com riqueza de detalhes ali e resolvi compartilhar com vocês:

O filme “As vantagens de ser invisível”*conta a história de um adolescente que sofre ao sentir-se invisível e de seu anseio por inclusão. Muitas passagens no filme me tocam, mas a mensagem mais importante para mim é que ele só se sente incluído após uma árdua jornada de conhecer a dor, ficar de cara com a loucura e entrar em contato com seus maiores traumas e finalmente conhecer o amor, por si mesmo e pelos outros.
É um filme leve, mas que contém muito conteúdo de vida. Certa vez o Lama Padma Santen disse que não é com os que sofrem que ele se preocupa, pois os que sofrem de depressão ou qualquer “distúrbio” mental são agonizantes e isso significa que eles estão enxergando o mundo como ele está e sendo profundamente tocados por isso. Nesse contexto só não sofre hoje quem é incapaz de sentir empatia e esses sim deveriam nos preocupar, então precisamos olhar com mais carinho para os agonizantes.

Assim como Charlie, o protagonista do filme que fica cara a cara com seus traumas e medos, eu também já enfrentei o pior de mim. E hoje olhando com mais carinho para esse período da minha vida, entendo que, também como no filme, a maioria de nossos grandes erros nasce dessa vontade que temos de amar e ser amados, de nos sentir incluídos. E a nossa capacidade de amar é o que torna a vida tão especial. Sendo assim, nossos erros nascem do melhor que temos. Quando me dei conta disso aprendi a me perdoar, minha intenção não era ruim, mas eu apenas estava buscando amor em fontes e de maneiras equivocadas.
Eu, assim como muitos, perdi anos de minha vida nessa busca, achando que me amava muito, que já havia passado essa etapa, no entanto vivia de pequenas doses de amor, me alimentando de fragmentos, tentando encontrar no outro algo que eu deveria buscar em mim mesma. E não existe outro caminho, não importa que seja clichê ou que a gente saiba de tudo isso, o processo é esse mesmo, cair e levantar diversas vezes, pois o acerto assim como o caminho em si, só se fazem ao errar ou caminhar.

É deveras básico o fato de que só sabe amar o outro quem aprende a amar a si mesmo, todavia ainda assim insistimos em seguir atalhos ou em fazer o caminho inverso. O maior “problema” com o amor é que ele não se alimenta de migalhas, embora muita gente insista nesse erro. Portanto, se não aprendermos a nos acolher por completo, nossas esquinas mais sombrias, nossos erros e nossas dores, nós nunca saberemos o que é amor de fato. Sim, mais fácil falar do que fazer, mas é possível.
Amor próprio é complexo porque não acontece através do olhar e reconhecimento do outro ou da validação de ninguém. É algo que só depende de nós e que não aprendemos em livros, não tem exemplo em lugar algum a ser seguido. E nós não somos muito acostumados a viver sem parâmetro de comparação. Por isso, é árduo, temos que aprender do zero, sozinhos. E o que sei é que amor próprio não tem a ver com todo aquele romantismo que (erroneamente) costumamos associar ao amor. Não tem a ver com arrogância, paternalismo e muito menos com auto-confiança. O amor próprio é silencioso e nele cabem todas as nossas auto-críticas e inseguranças. Amor próprio tem muito mais a ver com acolhimento do que com afeto, porque o afeto vem do outro. E é difícil mesmo fazer do amor um verbo intransitivo. Contudo é imprescindível acolher todas as nossas partes quebradas, aquilo que nos deixa descontentes, tudo que queremos mudar em nós.

Um dia eu resolvi aprender sobre amor próprio. Foi um processo intenso e árduo, que durou minha vida toda até aqui, mas foi libertador. Foi um período de muita mudança. E mudar dá medo. "Perdi" pai e mãe, mudei de profissão, mudei de empregos, mudei estilo de vida e hábitos, mudei amigos, mudei minhas crenças, mudei de religião, mudei o corte de cabelo, mudei de casa, mudei terapias, mudei tudo isso, mas principalmente mudei de canal e aprendi a sintonizar em mim. Aprendi que meus erros e traumas do passado não me definem. Antes de tudo, aprendi a perdoar meus pais e me senti muito tola por exigir deles o que nem eu sei se um dia poderei dar a um filho. Depois aprendi a me perdoar, assim como eles, eu sei que fiz o melhor que pude com o que me foi dado, mesmo quando meu melhor parecia ser nada ou quase nada. Virei pai e mãe de mim mesma, aprendi a me proteger e que posso (devo) dizer não.

Aprendi sobre a finitude da vida e que sou limitada, muito mais limitada do que imaginava. E precisei também respeitar e acolher essas limitações. Aprendi a olhar para meus defeitos para finalmente entender que tal conceito não existe. Um defeito é apenas uma qualidade esperando para ser lapidada. Então acolhi um por um e aprendi a enxergar o que de bom havia neles, principalmente a escutar o que eles queriam me dizer. Se eu era uma pessoa muito ansiosa é porque um dia eu precisei desenvolver aquilo para sobreviver no meio em que um dia estive inserida. Então foi importante entender e validar isso para então decidir que posso mudar porque agora isso não me serve mais uma vez que, ao contrário de quando eu era criança, o meio agora sou eu que escolho.
Aprendi que sou capaz de mudar o que quiser e me dei autonomia para isso. E a autonomia anda lado a lado com o amor, porque quando nos amamos nos validamos como seres humanos e então descobrimos que o mundo é um grande palco para esse show que é a vida, tudo começa a fazer sentido, os olhos ganham um brilho diferente, nossos pequenos gestos se tornam grandiosos e nos tornamos gigantes. Sim, gigantes pela (em nossa) própria natureza.

No filme Charlie se questiona sobre o amor, ele não consegue entender porque pessoas tão especiais escolhem amores tão fragmentados. A resposta que seu professor de literatura lhe dá é tão certeira e simples, ainda que complexa na prática: “Charlie, nós aceitamos o amor que achamos que merecemos”. E eu acrescentaria também nessa categoria a maneira como aceitamos o amor que temos por nós mesmos.
Assistam o filme e principalmente, leiam o livro será uma experiencia enriquecedora e inesquecível.

E um brinde:
Apenas feche os olhos e escute....
Fonte: Conti Outra, Google, youtube

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Resenha: Além do fake (Nathalie D.A)



“12 de junho de 2009.
Thomas, não sei exatamente como começar e nem como te falar isso, mas vou tentar. Como dizer o quanto eu te amo? Como fazer você acreditar nisso se não nos conhecemos há nem seis meses? Você pode me achar maluca, mas isso ta me sufocando e eu preciso te contar. Que te amo você já sabe, mas o meu amor é diferente, sinto que te amo de uma maneira desigual, um amor diferenciado do existente entre amigos. Em tão pouco tempo você e meu coração bate mais forte por você. É estranho eu amar tanto assim em tão pouco tempo e sem nem mesmo conhecer você. Nem eu acredito e nem sei explicar como fui deixar isso acontecer. Só quero que você saiba que eu daria tudo para estar perto de você, todos os dias se possível. Quero que saiba também que nos últimos dias ando pensando mais do que devia em você e acho que você precisa saber de tudo. Eu não queria contar, estava com medo da sua reação e tenho certeza que isso vai interferir na amizade e não era isso que eu queria, não era mesmo.
Por eu estar sentindo tudo isso eu tomei uma decisão, quem sabe bem maluca. Eu poderia simplesmente tentar tirar isso da minha cabeça, tentar te amar apenas como um amigo, eu já tentei, mas não consegui. Estou sofrendo por causa disso e preciso mais do que nunca de sua amizade nem que seja, mas acho melhor a gente não se falar mais, nunca mais, é melhor “perder contato”. Porque tenho certeza que esse amor vai ficar maior e meu sofrimento vai ser mais do que esse de agora, por favor, me entenda, é só o que te peço como amigo. Se me ama mesmo vai me deixar partir, é para o meu bem. Vou sofrer também agora no começo, mas logo vai passar e não irei me lembrar mais, nunca mais na verdade é o que eu quero, mas o ser humano tem a triste capacidade de guardar lembranças. Irei sentir muita saudade, mas preciso me afastar.

Com todo carinho, Annie.”




Olá pessoal, hoje vivemos em um mundo cada vez mais virtual, tudo é praticamente feito com o auxilio de máquinas, sejam elas para trabalhos específicos, diversão e já nas portas da quarta revolução industrial o PC (muito utilizado em 2009) está ficando cada vez mais ultrapassado. E é nesse período que Annie vive a sua linda história, mas primeiro me diz uma coisa:

Quem nunca teve um Orkut? Fake? Messenger, Facebook? Todos nós já tivemos um perfil na internet, incluindo os perfis falsos, o chamado fake. Era uma verdadeira febre, pena que nem sempre criados com as melhores intenções...


Na internet através de um fake podemos ser o que quisermos conhecer pessoas, novas, formar laços, trocar experiências. Em um desses inúmeros fake que Annie conheceu o Thomas. Viciada em internet desde os 11 anos Annie era uma garota introvertida e com poucos amigos optando viver muito mais o mundo virtual do que o real, Thomas chegou para abrilhantar ainda mais, esse estilo alternativo da garota:




“Nos dias que não falava com ele eu sentia como se estivesse faltando algo, como se eu tivesse esquecendo de fazer alguma obrigação naquele dia. Eu sentia simplesmente um vazio, um buraco em meu peito. Acho que eu ainda não sabia o que estava sentindo, quem sabe até hoje eu ainda não sabia o que estava sentindo , quem sabe até hoje eu não tenha descoberto o que senti aquela vez, mas eu chamava aquilo de vicio, digo, era a única explicação lógica para eu esperar por ele toda noite, por eu desejar suas mensagens sempre antes de dormir e toda manhã ao acordar.”




Amores na internet são formados todos os dias, inúmeras paixões e até mesmo casamentos, Nathalie consegue nos mostrar com uma escrita simples, clara, com uma história de amor, amizade, companheirismo, com um sentimento tão imenso mais ao mesmo tempo tão inocente e com uma reviravolta impressionante nos mostra o quanto isso tudo é mais fácil de acontecer, muito mais do que se imagina não somente entre adolescentes mais entre adultos também. 

A autora o escreveu quando tinha apenas 15 anos baseado em fatos reais e fora publicado na sua forma original, dando muito mais vida a personagem que possui 17 anos. Ao embarcarmos na história com uma escrita simples e objetiva de uma adolescente, impossível não se ver outra vez com 15 ou até mesmo, 17 anos.

Sendo seu primeiro livro aos 15 anos e publicado aos 23, Nathalie promete não parar por ai confira o primeiro capitulo no Whattpad de Um amor de bailarina (confira o link abaixo), além de uma distopia na qual promete ser impressionante, já estou morrendo curiosidade. 


E você, já viveu um amor assim? Um lance? Deixem seus comentários, contem a sua história!
Para você, que está agora vivendo essa situação como seria estudar no mesmo colégio que ele (a)? Ser vizinha dele (a)? Poder vê-lo (a) todos os dias? Como seria ir na casa dele (a) sempre? Poder ver seu sorriso? Conseguir sorrir com ele (a) ali do lado? Como seria essa amizade se não existisse a distancia? Daria certo, sim ou não? Assim como vocês, Annie se fazia as mesmas perguntas.
Além do fake, vem para nos mostrar que o amor está em todos os lugares até mesmo Além de uma tela de computador...



Perfil do face: https://.facebook.com/alemdofake
Whattpad: https://www.wattpad.com/story/114867118-um-amor-de-bailarina


Até a próxima pessoal!
Se gostou, não esquece de seguir, curtir, compartilhar, deixar seus comentários.




segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Convite para lá de especial!!!!


Não fique de fora dessa, venha brincar com a gente!




O mês de Setembro será a vez de Nathalie D.A com um dos jogos mais divertidos, o Music:

O jogo contém as seguintes regras:

O autor(a) lança uma frase na qual contém uma palavra em negrito;
Ex.: Esse vestido é como Chuva de verão.

Cada participante deverá fazer um áudio de no minimo 15 segundos cantando uma música que contenha a palavra solicitada;


Gostou? Então participe!


#vcnpdeixardeler
#brincandocomasestrelas

Alguém me contou...: A Espera





Em Tocantins havia um pai e um filho que apesar das dificuldades, ambos se amavam muito eram amigos, parceiros, companheiros, confidentes,

Tamanha era a união deles que quando era preciso deixar o garoto com a senhora para viajar a trabalho, o menino caia doente de um lado e o pai do outro, de tanta saudade.
Sua esposa morrera, restando apenas eles dois. Para suprir esse vazio e a solidão um se agarrava ao outro, dividiam alimento, moradia, amizade, sentimentos, dividiam tudo.
Com medo de que o pai o abandonasse, assim como fizera sua mãe ele pediu:
“Pai, promete que o senhor nunca vai me abandonar?”
“Eu prometo meu filho que nunca te abandonarei, mesmo longe, mesmo ausente, mesmo que não possa nem sequer por um minuto, lhe tocar, ainda sim, eu nunca irei te deixar, sempre estarei ao seu lado.”
Certo dia, o pai conseguira um serviço fora da cidade que lhe renderia uma boa quantia, seu tempo de duração eram de exatos um mês.
Ficara satisfeito com a oportunidade, porém não poderia levar seu filho, sendo assim deixou-o aos cuidados de uma senhora, amiga da família Após dolorosa despedida partira com a esperança de proporcionar futuramente uma melhor qualidade de vida para ambos. Tudo corria bem o trabalho ia de vento em polpa e a cada dia o pai do garoto se especializava-se mais ganhando a confiança do patrão era quase certo afirma que o trabalho temporário logo passaria a ser permanente e ele estava bastante esperançoso com isso. O céu está lindo totalmente azul com poucas nuvens e apesar do calor forte isso não o incomoda, está feliz demais com os novos planos para si e para o garoto. Telefone toca seu filho caíra doente precisando ser levado às pressas para o hospital pois corria risco de vida. A senhora entrara em contato fazendo com que devido ao desespero o pai pedisse liberação no trabalho para ir de encontro ao filho. Seu patrão homem extremamente generoso não só liberou ele, além de pagar 80% do valor acordado pelo serviço muito mais do que seu real tempo prestado, isso o deixou bastante satisfeito. Sentado alternando-se entre as paisagens urbanas na janela e o saco em mãos não via a hora de chegar, conferindo se havia comprado tudo escolhido tudo certo.
Quase perdera a parada organizando em pensamentos inúmeras novidades para contar. Não notou um homem de capuz e jaqueta preta arama em punho dava voz de assalto. O susto foi imenso a bala atingira em cheio a direção da cabeça. – Uffa! Passou...ainda bem que conseguiu chegar antes que finalizassem o horário de visitas e ficar com seu pequeno garoto sentia tanta saudade. Ele gostara do chocolate os dois puderam matar a saudade que tanto os consumiam por dentro. Após certo tempo, o garoto finalmente recebera alta, estava curado.
 A senhora o olhava de uma maneira na qual um garoto de apenas 7 anos nunca entenderia, era um olhar de piedade. Ela o encarava procurando inúmeras maneiras de dar aquela terrível notícia não podia mais adiar, em algum momento o garoto daria pela falta do pai. – Meu pai não está morto! Como pode ser isso? Papai ficou comigo o tempo inteiro ao meu lado no hospital, me levou chocolate, conversamos tanto, até eu ficar bom. Veja só, as roupas ainda estão aqui... Mais para onde ele foi?

Seu pai desaparecera logo o menino tivera alta e mesmo após tanto tempo o garoto continuava a chamar pelo pai. Rezava um pai nosso a única coisa que seu pai lhe ensinou já que era analfabeto aprendendo durante a vida somente o básico como rezar, desenhar o próprio nome, contas básicas para saber lhe dar com dinheiro e nada mais. Após tantas orações o pai voltou a aparecer. Acompanhava-o para todo canto, conversavam sobre tudo na saída da escola pareciam que estavam juntos outra vez exceto pela falta de um abraço, andar de mãos dadas, ganhar um beijo, a falta de toque componente indispensável na demonstração de afeto principalmente para vida de uma criança, causava profunda tristeza. Não suportando mais, o garoto um dia questionou: - Papai se o senhor estiver morto, me leve com você. Só com o senhor sou feliz, só contigo encontro a felicidade. O pai nada disse.

Um ano se passou e pai e filho caminhavam como sempre faziam toda manhã até a escola onde ao menos nesse período se separavam. O professor de matemática aplica atividade todos copiam atentamente, questionando vez ou outra qualquer dúvida que surgi quando um garoto vai-se deixando cair sobre sua carteira devagar como se faz ao tirar uma breve soneca e nada mais. Seu semblante é tranquilo, calmo, feliz, enfim a paz.
A casa onde pai e garoto viveram e fora vendida, ganhou fama de mal assombrada. Sempre se ouvia dizer dos novos moradores, de vez em quando avistavam dois desconhecidos um homem e um garoto passando pela casa, alegres, brincando, conversando, de mãos dadas. Ninguém os conhecia, nem sabiam de onde eles vieram, quais as suas histórias e o porquê de ainda permanecerem ali. Com o passar dos anos muita coisa mudou naquela região trazendo consequentemente inúmeros povos diferentes. Só uma pessoa residente na cidade desde sua fundação os conhecia, é a única que tem talvez a honra, a dádiva de antes que seu tempo na terra acabe, ter um segundo a mesma considerou a mais linda visão de toda sua existência.
Um garoto sentado em seu balanço que não é mais tão novo assim na frente da casa, seu pai empurrando-o. Apesar de não conseguir ouvir ao certo o que ambos conversavam entre si, ela prefere dessa maneira, antes que sua visão ficasse turva e tudo se perdesse e finalizasse, uma única frase fora o suficiente e até mesmo gratificante para ela.
“Eu te amo”. Aquela fora sua última visão que a senhora teve partindo com a plena certeza de que o verdadeiro amor tudo crê, tudo espera, tudo suporta é lindo e eterno.



segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Brincando com as Estrelas: Agosto foi a vez de Mônica Meirelles

Fala Galera,

Estamos de volta com mais um: Brincando com as Estrelas!
A nossa estrela de hoje é uma autora romântica que começou no Wattpad e vem a cada dia conquistando mais leitores. Mônica Meirelles com 27 anos, carioca da gema, apaixonada pela língua portuguesa e também por suas respectivas literaturas. Graduada em letras, tem como principal referência a escritora Clarice Lispector, onde faz suas pesquisas e muito admira sua profundidade psicológica nas personagens. De autoria totalmente independente, seu primeiro livro publicado na Amazon é o A Vez de Anne, daí Mônica não parou mais.


Convite para o Jogo



No dia 26/08/2017, ela arrebentou no grupo usando  a modalidade de jogo: Verdadeiro ou Falso, tendo como astro o 11 Vezes Madrinha, comédia romântica.
Divertindo e interagindo bastante com a galera, com direito a convidados ao vivo.
Como ainda não possui livro físico os brindes foram diversos, como marcadores de livros, bottons, kit post-it, entre outros da autora, assim como do nosso blog e apoiadores.



Aguardem, pois ainda esse mês faremos um jogo especial valendo brindes para os ganhadores com essa divertida obra da Mônica!

Confiram a nossa resenha: https://vocenaopodedeixardeler.blogspot.com.br/search?q=11+vezes+madrinha



Acompanhe o nosso bate papo:


Olá Mônica como vai? É um prazer imenso participar de mais uma ação com você. 

R: Estou bem, graças a Deus! E vocês?

Tudo ótimo!
Então, conte mais sobre seus projetos no momento, lançamentos a vista.

R: Tenho muitos novos projetos em mente, mas ainda não tive a chance de passa-los para o papel. A maioria são comédias românticas, como Onze vezes madrinha. Um deles, se chama Bem-vinda ao céu. Neste livro, a protagonista “morre” e se vê diante de um anjo lindo, a cara do Chris Evans, quem será como uma âncora para sua entrada no céu.

Vamos falar de polêmica: Conte-nos um pouco sobre as dificuldades que você tem enfrentado em lançar A Vez de Anne, como livro físico, a editora que não cumpriu com acordos e o que isso impacta ou impactou na sua carreira?
R: Pois é, foi uma frustração para início de conversa. Em primeiro lugar, por não conseguir vender o esperado. Em segundo, pelo fato de a editora até hoje (um ano depois) não ter enviando os livros a quem comprou. O impacto foi esse: você se vê dando um passo para frente e, do nada, ter que dar dois para trás. Fiquei um tempo sem poder assinar contrato com outra editora, enquanto que o contrato desta não acabava. E quando acabou, não me vi animada para tentar um novo contato.

Sempre acompanho o enorme carinho que você tem pelos leitores e a interação com os mesmos. O que você tem a nos dizer sobre essa experiência aqui no Brincando com as Estrelas?

R: Eu adoro! Mas não acho que interajo tanto assim... Queria mais. Sempre digo que queria ser mais próxima dos meus leitores, ser mais amiga, sabe? Mas adoro, gosto disso, de saber o que eles acham dos meus livros, dos meus personagens, vê-los opinando e também gosto de saber deles, ver suas fotos no Facebook. É bem legal. 

Qual a mensagem que você quer deixar para essa galerinha que brincou e curtiu está mais próxima de você mesmo que a distância?

R: Quero agradecer, dizer que é graças aos leitores que sou lida haha que se não fossem vocês lendo, comprando, avaliando na Amazon, no Wattpad, eu não conseguiria continuar. Foi graças a esse contato que voltei a escrever (estava parada há muitos anos, antes de conhecer o Wattpad). Então, é isso, muito obrigada, obrigada pelo carinho, pelas leituras, por me incentivarem, por não desistirem de mim e dos meus livros. Obrigada <3

Lhe desejamos toda sorte em sua jornada e esperamos que seus livros estejam na forma física o mais breve possível!


Obrigada, Linda!  Todo sucesso para você e seu blog também!



Até a próxima pessoal e para você que gostou, não esquece de curtir, deixar o seu comentário, indicar para os amigos.


Um Abraço!

#vcnpdeixardeler

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Vitrine: Os Maiores Pilantras da História

Seja pelo estrago, seja pelo descaramento, estes são os oito mais incríveis vigaristas que já grassaram pelo mundo



Charles Ponzi
“Dobre o seu dinheiro em 90 dias.” Essa foi a promessa que Charles Ponzi fez primeiro a seus amigos em 1920. E cumpriu, pelo menos de começo. Logo, as pessoas começaram a fazer fila para depositar suas economias com o aparente gênio das finanças. Em fevereiro daquele ano, ele tinha US$ 5 mil. Em maio, US$ 420 mil – o que dá US$ 5 milhões em dinheiro de hoje. Pessoas começaram a hipotecar suas casas para investir com ele.
O milagre, segundo Ponzi, era comprar cupons de reembolso postal na Itália e resgatar seu valor nos EUA – por questões de câmbio, com o dólar valendo mais que a lira, isso geraria lucro de 400%. Em 26 de junho, o jornalista Clarence Barron estimou que seriam necessários 160 milhões de cupons postais para manter o esquema vivo. Existiam apenas 27 mil em circulação.
Qual era o segredo de Ponzi então? Ele usava o investimento de quem entrava para pagar quem saía. Como os lucros eram altos, a maioria nem sacava seus investimentos. Em 11 de agosto, após as revelações da imprensa, tudo veio abaixo. US$ 20 milhões (US$ 240 milhões em dinheiro de hoje) foram perdidos.
Ponzi curtiu uma temporada em Alcatraz e veio dar em praias brasileiras. Morreria pobre, no Rio de Janeiro, em 1949.


Frank Abagnale
Este quase dispensa apresentações. Nenhum outro picareta nesta lista foi interpretado no cinema por Leonardo DiCaprio – em Prenda-me se For Capaz, de 2001. E nenhum era tão jovem: Frank tinha 16 anos quando começou a se passar por um piloto de avião da PanAm.
Ele nunca pegou num manche, assim como não atenderia ninguém como chefe da equipe médica num hospital pediátrico, nem faria qualquer coisa além de pegar cafezinho quando fingiu ser advogado. Era pura lábia, e fez tudo antes dos 21 anos, até ser preso. Após cinco anos de cadeia, tornou-se consultor de segurança.



Victor Lustig
O elegante cavalheiro austríaco começou pela “caixa de dinheiro”. Uma pequena máquina que, aparentemente, imprimia notas perfeitas de US$ 100. Ele vendia a máquina por milhares de dólares e ela só “imprimia” duas notas. Que estavam lá desde sempre.
Em 1925, ele vendeu a Torre Eiffel. Assumindo a identidade de “diretor geral do Ministério de Correios e Telégrafos”, convidou seis empresários do ramo da sucata para uma reunião. Lá ele os informou que o governo francês não tinha verba para manter a Torre Eiffel, e a estava vendendo por sucata. Conseguiu que um dos empresários desse a ele uma mala de dinheiro.
Lustig ainda tapearia ninguém menos que Al Capone. Ele convenceu o mafioso a investir US$ 50 mil num esquema de ações. Devolveu tudo três meses depois, dizendo que, infelizmente, o negócio tinha falhado. Como recompensa por sua “honestidade”, Al Capone o premiou com US$ 5 mil – e isso era tudo o que o picareta queria.



Princesa Caraboo
Era 3 de abril de 1817 quando um sapateiro topou com uma moça perdida pelas ruas da vila de Almondsbury, Inglaterra. Suas palavras eram incompreensíveis e ela vestia largas roupas orientais, incluindo um turbante. Levada para a casa do magistrado local, ela mostrou-se interessada em imagens chinesas e referiu-se a si própria como Caraboo.
Sem ter onde viver, acabou posta na cadeia – onde um marinheiro português conseguiu se comunicar com ela. Caraboo era da ilha de Javasu no Oceano Índico, e tinha sido capturada por piratas, até saltar no Canal de Bristol. Solta, ela se tornou uma celebridade local, escrevendo textos em seu alfabeto, praticando arco e esgrima e até tomando banho pelada no rio local – tudo isso inconcebível para uma dama britânica da época. Também rezava para o deus “Allah-Tallah”. Sua autenticidade foi “comprovada” por um acadêmico local.
A farsa durou até junho, quando foi identificada por uma ex-patroa. Era Mary Willcocks, britânica da gema, que havia sido demitida de um orfanato.




Wilhelm Voigt
“Parem e me sigam!” O venerável oficial prussiano, já passado dos 50, exigia respeito. Sem contestar, os quatro granadeiros e um sargento o seguiram. Passando pelo campo de treino de tiro, ele pegou mais seis. Seu destino era o trem para Köpenick, atual bairro de Berlim que então, em 1906, era uma cidade independente. Ao desembarcar, o grupo recebeu ordens para cercar a prefeitura, cortar comunicações e prender o prefeito. O oficial então confiscou 4 mil marcos dos cofres, deixando um recibo. E escafedeu-se, largando seus subalternos na guarda.
Acontece que ele não era oficial. Esse foi o golpe final de Wilhelm Voigt, um pé de chinelo de 55 anos, vindo de várias passagens pela prisão. Ele seria pego, mas a história era tão insólita que o público se comoveu com ele. Era uma lição a respeito dos excessos da hierarquia militar alemã. Assim, o “capitão” ganhou o perdão do Kaiser Guilherme 2° e morreu livre. Hoje é honrado com placa e estátua em Berlim.



Frédéric Bourdin

Existe algo de patético nos golpes do camaleão francês, que afirma ter assumido 500 identidades entre 1990 e 2007. Filho de mãe solteira e não se dando bem com o padrasto, ele decidiu se passar pelo americano Nicholas Barclay em 1997. O jovem de San Antonio, Texas, havia desaparecido três anos antes. Deveria estar com 16 e tinha olhos azuis. Bourdin tinha 23, olhos castanhos e falava com sotaque francês pesadíssimo.
Incrivelmente, foi acolhido pela família Barclay e passou cinco meses com eles, até ser descoberto por um detetive particular. Bourdin continuaria a se passar por adolescente. Seu último golpe foi em 2005, quando se fez passar por “Francisco Hernandes-Fernandez”, órfão espanhol de 15 anos. Então ele tinha 31 e estava ficando calvo. Disfarçou-se tentando copiar o jeito de andar dos jovens, depilando a barba e usando um boné. A farsa durou um mês.




Ferdinand Demara
Em suas duas décadas de carreira, ele se passou por monge católico, engenheiro, xerife, enfermeiro, advogado, cientista, professor e médico. Mas não são os números que fazem a sua fama, e sim as ações: Ferdinand Demara levava suas farsas às últimas consequências. Em seu período como “monge”, fundou uma universidade religiosa – que existe até hoje.
O ato máximo de Demara veio durante a Guerra da Coreia. Ele embarcou num destróier da Marinha canadense dizendo ser o Dr. Joseph C. Cyr. A guerra era real, e ele teve que lidar com pacientes reais. Usando uma quantidade copiosa de penicilina, acabou com uma infecção que se alastrava pelo navio. Um dia, 16 feridos de guerra foram trazidos ao convés, necessitando cirurgia urgente. Demara se enfurnou em sua sala com volumes de medicina. Quando apareceu de volta, operou todos os pacientes – fazendo inclusive cirurgia cardíaca com cavidade torácica aberta. Acredite se quiser, ninguém morreu.
Demara publicou suas peripécias na revista Life. Ficou famoso, o que restringiu severamente suas opções de farsa. Então virou um pastor batista – de verdade. Cursou teologia e passou a trabalhar em hospitais e obras de caridade, como capelão. Seria ele a dar a extrema-unção ao ator Steve McQueen, seu amigo, em 1980.





Gregor MacGregor
Ele nunca precisou assumir um nome falso. Por que faria? Era membro do clã MacGregor, uma das mais notáveis famílias da nobreza escocesa. Ao chegar a Londres, em 1821, era um herói de três países, lutando por Portugal e Reino Unido nas guerras napoleônicas, e depois ao lado de Símon Bolívar na independência de metade da América do Sul. Tudo verdade.
Mesmo assim, ele foi um grande picareta. MacGregor falou que, em suas aventuras, fora feito “cacique” da nação de Poyais, um país na América Central que tinha exército, poder executivo, legislativo e judiciário, e só estava esperando por investidores e imigrantes.
Era a terra da oportunidade e MacGregor recebeu uma dinheirama, emitindo “títulos governamentais” como promessa de pagamento. Os colonizadores chegaram em 1822, procurando pela capital “St. Joseph”. Não acharam uma cabana de pé. Tudo o que havia lá era a floresta tropical de Honduras. Metade morreria de desnutrição e malária.
MacGregor nunca seria preso. Usando de sua reputação, enrolou os juízes. Voltou para a Venezuela, onde ganhou o título de general e foi enterrado com honras de herói da nação.


Fonte: Google, Wikipedia, curiosos

 Até a próxima pessoal, não esqueçam de seguir, curtir, compartilhar, comentar!


quinta-feira, 27 de julho de 2017

Brincando com as Estrelas: Batendo um papo com Manu Torres

Olá Galera, tudo bem?


Hoje estamos trazendo uma escritora muito legal, de livros bastante calientes, natural da Paraíba, Manu Torres, desde criança, já tinha seu interesse despertado pela leitura. Aos 17 anos, essa paixão consolidou-se ao ler obras literárias como da Sidney Sheldon e Romances Históricos. Atualmente, é uma leitora compulsiva e cinéfila de carteirinha, paixões estas que acabam por inspirar, também sua filha. Juntas, partilham e debatem tudo que se relaciona ao mundo dos livros e filmes. 
O ato de escrever surgiu de uma necessidade de ajudar uma amiga e, o que era para ser apenas uma brincadeira, se tornou um desafio, resultando no seu primeiro livro, Me Descobrindo Mulher. Atualmente está desenvolvendo um trabalho conjunto com outra escritora.

Mais vocês devem estar se perguntando: O que é esse Brincando com as Estrelas?

Deixe-me explicar: tudo começou com o grupo de jogos no zap no qual sou integrante, os jogos são inteiramente literários mudando apenas as modalidades como, caça-palavras, roleta russa, Quiz, entre outros. Então me veio a ideia, já que jogamos, divulgamos e compartilhamos, destrinchamos diversos livros e eu possuo um maior acesso entre escritores (as), porque não convida-los para brincar conosco também? E a primeira a topar essa verdadeira loucura divertida foi a Manu, a seguir companhe alguns dos melhores momentos e um bate papo bem legal.















Manu tudo bem? Me conta mais um pouco desse seu projeto que foi o Me Descobrindo Mulher:
Qual relação entre ele e a sua amiga, já que o ato de escrever surgiu da necessidade de ajuda-la, conte-nos mais sobre isso?


R: Olá, tudo bem. Obrigada pelo carinho e convite.  Bem, minha amiga e eu temos uma relação maravilhosa. Apesar da vida corriqueira procuramos sempre saber como a outra está.  Apesar de hoje ela está afastada do mundo literário sempre procuro dividir minhas ideias, pois sua opinião é muito importante pra mim.


Todo mundo se pergunta se os autores colocam as suas experiências de vida em suas obras e se tratando do gênero hot, nesse caso você também trouxe alguma experiência, algum fato ou acontecimento do seu dia-a-dia?

R: Na verdade, Me Descobrindo Mulher é baseado na história de duas amigas. Então eu meio que misturei suas experiências e criei a Isabela. 


Sabendo que você é uma leitora compulsiva, nesses momentos você consegue separar a leitora da escritora?

R: Eu tento. Mas confesso que quando estou escrevendo demoro mais para finalizar a leitura devido ao curto tempo.  Mas independente de está escrevendo ou não, sempre tenho algo para ler. É o que amo fazer. 


Como foi para você a experiência de interagir diretamente com os leitores, ser a intermediadora dos jogos, enfim de brincar um pouco aqui conosco no brincando com as estrelas?

R:  Foi incrível! Eu adoro interagir com os leitores. Gosto saber a opinião de cada um. De ver a reação sobre a história e seus personagens. O carinho que eles passam a ter por meus livros. É maravilhoso.  Esse contato com os leitores sempre é enriquecedor.



Agora qual o recadinho que você tem para essa galerinha (incluindo eu, amei passar esse momento com você) que curtiu tanto está com você, mesmo que a distância? 


R: Ah, eu só tenho agradecer por todo esse carinho. É muito gratificante todo esse retorno.  Estimula o autor a não desistir.




É isso ai pessoal, espero que tenham curtido, logo logo estarei divulgando a estrela desse mês.

Não esquece de compartilhar, curtir e  seguir.


segunda-feira, 17 de julho de 2017

Mural


Feira de Arte Moderna da Bahia/2017
Grupo Leitor Reverso: 1° edição do clube de livros/2017
Magic Zoo: Harry Potter e a criança amaldiçoada, Animais Fantásticos/2017.
Lançamento da Rede Irmãs de Dulce/2017.



Dia do orgulho Nerd com o MagicZoo/2017





Dia do orgulho Nerd com Nerdaida/2017



Lançamento do livro Um Acordo entre Cavalheiros jul/17
Participação na Revista LiteraLivre/2017
Lançamento do Livro O Curioso Destino de Rita Quebra-Cama/2017
Encontro de Fãs Grupo: Menina da Bahia/2017












https://www.facebook.com/editorapandorga/videos/1466372750088818/
Vídeo sobre o Clube Sensual/2017




Rede Amigas de Dulce/2017






sexta-feira, 14 de julho de 2017

Aquilo que não se tem

Você não amigo
Nem companheiro

Não vibra com as minhas conquistas
Mais eu sempre vibrei com as suas

Ao acordar
Dá o mínimo para todos
Não para mim

Ah mim só cabe as sobras
De quando se precisa
De algo, alguma coisa

Ainda assim
Diante tanta decepção
Espero o melhor de ti

Um melhor

Que sabemos,
Nunca chegará

Afinal, não podes me dar
O que não tens.

terça-feira, 4 de julho de 2017

Poesia: Onde está o seu sonho


Onde está o seu sonho?
Na magia que emprega nas letras
Que faz com que se sinta viva.

Na loucura da sua imaginação
Te lembrando que idade é apenas
Um estado de espirito.

No seu coração
No amor que emprega
Em cada ponto
Em cada virgula.

Na sua utopia
Que apesar de por vezes
Lhe trazer solidão
Faz com que não se esqueça
De quem realmente és.

Dizem que há um mundo lá fora
Coisa que nunca conheceu
Mais de que lhe serve outro mundo
Se tem o seu todo aqui?

Onde está o seu sonho?



Lindaiá de Jesus Campos